A esquerda estúpida caracteriza-se por achar normal que 2-2=4.
Vejamos Marcos Perestrello, insigne deputado do PS.
A gasolina não é cara, é barata, porque noutros países é mais cara. Está muito cara, não porque a tributação seja alta, mas porque as petrolíferas estão a levar coiro e cabelo.
Mas Perestrello tem uma solução: aplicar mais impostos às petrolíferas. Dessa forma, a gasolina que já é mais barata do que deveria ser, vai ficar ainda mais barata.
Há por aí umas coisas eStran_has que estão imbuídas desta lógica.
As "energias alternativas" não são viáveis. Para não dar muito nas vistas anuncia-se, sistematicamente, que há já uma apreciável capacidade instalada de 1.100MW, e que esta capacidade dá para alimentar isto e mais aquilo.
Dá para alimentar...
Daria. Daria, não fosse dar-se o caso de custar 10x mais que as convencionais mesmo sem ter em conta que tem apenas um rendimento médio de uns 25% (com muito boa vontade). Na verdade, o rendimento do sistema tende a baixar quando mais é preciso: no pico do verão e do inverno.
Mas é fundamental que assim seja, de outra forma seria desnecessária a aplicação de impostos sobre as fontes convencionais de energia, impostos aliás, que “viabilizam” a utilização das “renováveis”.
E quanto mais impostos se aplicarem, mais “viáveis” serão as “renováveis”. Aliás, Perestrello foi eleito pelas “renováveis” para defender os seus melhores interesses contra a ganância da população que teima em reclamar que paga a gasolina demasiado cara.
Actualização:
Um leitor deixou em comentário este link, que também pode ser consultado em PDF.
No EcoTretas, há uma tabela esclarecedora sobre o custo dos vários tipos de fontes de energia.
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22/05/2008
Icebergs de idiotas
O “aquecimento global”, particularmente em função do fantasmagórico CO2, tem estado na moda e vive nele todo o tipo de fauna.
Há cientistas que estão convencidos que pode (no sentido real – pode ou não) haver alguma razão para preocupação, há cientistas (pseudo) que deturpam dados conscientemente, há eco-fascistas que se entretêm a espalhar o pânico vivendo preferencialmente à custa dele e, finalmente, jornalistas de “causas” que executam a “meritória” tarefa de serem correias de transmissão do eco-fascismo.
Ciclicamente surgem relatos em que as calotes polares estão a arder, perdão, a derreter. Pelo fim do verão, em cada hemisfério, surgem “gritos de alarme”, “derradeiros gritos de alarme”, anúncios de “febre planetária”, “afogamento de ursos”, “submersão de zonas costeiras”, etc.
Este ano não fugiu à regra e foi recentemente anunciado, em toda a comunicação social que, em termos de ária de gelo, se estavam a separar icebergs da calote polar sul a níveis “sem precedentes”.
Steve McIntyre entretêm-se a desmanchar parvoíces e volta a demonstrar que os idiotas do clima não fazem mais que procurar um dado, entre centenas de outros que os contradizem, para verborrar o fim do mundo.
Qualquer criatura percebe que quando se abordam problemas do planeta se têm que estudar dados de todo o planeta, quer em médias quer em totais, mas sempre de todo o planeta. Pode sempre encontrar-se um caso que se pretenda seja fundamentador de uma teoria qualquer, mas apenas um vigarista deveria ser capaz de o usar para convencer.
A verdade é que, desde 1979, ano do primeiro registo, houve mais icebergs (superfície total) em 1982, 1989, 1979, 1981, 1996 e 1986. 2008 aparece a seguir.
Descansem pois todos os ursos. Não morrerão afogados ainda desta vez.
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Actualização:
Esta, é muito interessante...
e esta também.
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Há cientistas que estão convencidos que pode (no sentido real – pode ou não) haver alguma razão para preocupação, há cientistas (pseudo) que deturpam dados conscientemente, há eco-fascistas que se entretêm a espalhar o pânico vivendo preferencialmente à custa dele e, finalmente, jornalistas de “causas” que executam a “meritória” tarefa de serem correias de transmissão do eco-fascismo.
Ciclicamente surgem relatos em que as calotes polares estão a arder, perdão, a derreter. Pelo fim do verão, em cada hemisfério, surgem “gritos de alarme”, “derradeiros gritos de alarme”, anúncios de “febre planetária”, “afogamento de ursos”, “submersão de zonas costeiras”, etc.
Este ano não fugiu à regra e foi recentemente anunciado, em toda a comunicação social que, em termos de ária de gelo, se estavam a separar icebergs da calote polar sul a níveis “sem precedentes”.
Steve McIntyre entretêm-se a desmanchar parvoíces e volta a demonstrar que os idiotas do clima não fazem mais que procurar um dado, entre centenas de outros que os contradizem, para verborrar o fim do mundo.
Qualquer criatura percebe que quando se abordam problemas do planeta se têm que estudar dados de todo o planeta, quer em médias quer em totais, mas sempre de todo o planeta. Pode sempre encontrar-se um caso que se pretenda seja fundamentador de uma teoria qualquer, mas apenas um vigarista deveria ser capaz de o usar para convencer.
A verdade é que, desde 1979, ano do primeiro registo, houve mais icebergs (superfície total) em 1982, 1989, 1979, 1981, 1996 e 1986. 2008 aparece a seguir.
Descansem pois todos os ursos. Não morrerão afogados ainda desta vez.
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Actualização:
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e esta também.
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À sombra do aquecimento
É muito interessante ver a forma 'integrada' como os dados do projecto ecofascista demonimado "aquecimento global" são cozinhados.Um dos exemplos é dissecado por Anthony Watts.
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Há pontos de recolha de temperaturas espalhados por todo o globo. No caso presente, o ponto foi deslocado de uma zona em campo aberto para uma zona arborizada.
A deslocação foi feita sem que devida nota disso fosse dada às respectivas bases de dados.
Evidentemente que tal transferência parece fazer com que as temperatura lidas desçam, mas os ideólogos do aquecimento sabem isso e tratam de introduzir os algorítmos que garantam que as temperaturas máximas não de distingam da média dos restantes postos e das médias anteriores do referido ponto de recolha.
Os "especialistas" asseguram o "ajuste" da temperatura máxima, mas não das mínimas.
Bom, dir-se-á: mas se há um ajuste geral de temperaturas, também as mínima serão ajustadas.
Pois. Sim e não. As temperaturas mínimas foram, de facto, ajustadas para cima da mesma forma que as máximas, porque na zona arborizada as temperaturas são, em geral, mais baixas que no descampado. Mas durante o inverno isso não acontece porque as árvores perdem a folhagem.
Feito o 'ajustezito' para cima, eis que as temperaturas no inverno sobem artificialmente e aí está uma 'ajudinha' a um dos chavões dos esturricadistas: "os invernos são mais amenos".
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Como se enlatam cientistas numa "causa"
Primeiro enjorca-se um assunto. A coisa deve andar à volta de um “malefício” de algo que nos EUA exista em abundância, deve ser difusa e consequentemente de difícil digestão pelo cidadão comum. Este último ‘tique’ permite que se afirme que os americanos são incultos.Depois indicam-se as fontes do malefício e declara-se que todo e qualquer um que trabalhe para essas entidades é pessoa comprada. Com os devidos retoques a coisa funciona ao contrário: diz-se que é paga pelos morcegos quem não veja qualquer “malefício”.
Depois criam-se financiamentos para quem quiser investigar. A investigação é, “evidentemente” livre e independente, mas polariza-se o canal deixando claro que é este o correcto canal de financiamento porque “o outro serve interesses”.
Depois vão-se estrangulando os financiamentos aos projectos que não se adaptem à “premência”.
...
Qualquer investigador que queira esgravatar na relação entre a quantidade de patas da rã e a velocidade com que caminha depara com o problema da “premência”. Não é premente, fica na gaveta.
O investigador cedo descobre que há que polarizar a investigação em função das “necessidades” do momento e introduz nela novos vectores, adaptando o assunto original às aflições que “estão a dar”.
Remete o projecto e recebe o financiamento.
O investigador está-se, realmente, nas tintas para o zenital assunto e estuda o que tem a estudar, tira as conclusões que tiver que tirar mas publica concluindo que ... sim senhor: as rãs sem patas saltam menos por causa do aquecimento global.
Em pouco tempo “a generalidade da comunidade científica garante que o aquecimento global é provocado pela actividade humana”.
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Espantalho
Um dos mitos da esquerda estúpida é o do aquecimento global. Um dos mais proeminentes heróis da causa é o americano Al Gore que, por pouco, não ganhou a casa branca a George Bush.
De facto se houve, nalguma altura, potencial desequilíbrio planetário, terá sido no dia em que Al Gore arrecadou mais que 50% da votação (população votante). Outro dia, a riscar do mapa, deu-se quando lhe atribuíram ... o prémio Nobel ...
Desde então, Al Gore tem ganho fortunas a vender banha da cobra. A sua pasta é a do “aquecimento global”.
A história do “aquecimento global” terá tido origem quando Margaret Tatcher quis entalar os mineiros. Havendo que apaziguar os verdes, o enchimento de um papão permitiria que a construção de centrais nucleares não levantasse demasiadas ondas. A coisa funcionou suficientemente bem e as centrais avançaram.
Pela queda do divino muro de Berlim, a esquerda desempregada aproveitou o balanço e adoptou o mito como a causa que iria, finalmente, partir a espinha ao venenoso capitalismo.
Com a perca da presidência, Al Gore, desempregado, adoptou a mesma cau$a. De computador debaixo do braço passou a viajar pelo mundo todo exibindo o mais completo chorrilho de asneiras que a “ciência” alguma vez produziu.
A apurada colecção de disparates não tardou a ser adoptada pela esquerda floribélia e amante das “coisas biológicas mas sem químicos”. Em Portugal, como por quase todo o mundo, o filme de propaganda de Al Gore foi visionado em todas as escolas. Os professores de disciplinas ligadas às “ciências”, recorrendo a “manuais escolares” em que se “demonstrava” serem as chaminés fumegantes herança de Satanás, trataram de assegurar que os alunos tirariam as “correctas” conclusões.
Al Gore parece ter sido atacado de uma recaída. Via Educação Cor-de-Rosa, (uma excelente fonte de informação sobre causas rachadas) podem apreciar-se as tiradas do artista.
Nesta apresentação, aparentemente muitíssimo mais à defesa que na anterior, Al Gore contra-ataca ... mal, p’ra variar.
Al Gore começa por alvitrar sobre a calote polar norte porque, segundo ele, estará a desaparecer. Pois está. Todos os verões quase desaparece. Aliás, o último verão desapareceu de tal forma “nunca vista” que até a passagem de Noroeste ficou navegável. As alminhas tontas, entre as quais um insigne comercial das energias alternativas, vieram logo reclamar tratar-se da “prova final”. Nenhum dos palermas se perguntou porque se dava aquele nome ao pedaço de mar “agora” navegável.
A segunda investida do herói da esquerda dá-se contra o Sol. Segundo ele, a malta bushista que, naturalmente, não acredita no aquecimento global, diz que o incremento da temperatura na terra é oriundo do Sol. De facto assim é. É o Sol que aquece (ou não) a Terra. Mas a diferença de temperatura não se dá por variação da ‘força’ do Sol propriamente dito como Al Gore afirma reclamarem os sulfúricos. Dá-se porque o quase desaparecimento regular do vento solar permite que os raios cósmicos penetrem a atmosfera e dêem origem a mais nuvens que, por sua vez, reflectem mais a radiação solar. Já agora, desde 98 que a temperatura média global não sobe e dois importantes factores pré-anunciam que vai descer muito mais: este e este. Lá se vai às urtigas mais uma fulgurante causa “verde”.
E já me esquecia. No pólo Sul há gelo como há muito tempo não havia e o mar não está a subir mas a descer, e parece que este gajo teve azar.
Aos que ficarem em pânico com o que escrevo, procurem consolação nas palavras de António Guterres hoje (ontem) à tarde: o aquecimento global anda aí.
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De facto se houve, nalguma altura, potencial desequilíbrio planetário, terá sido no dia em que Al Gore arrecadou mais que 50% da votação (população votante). Outro dia, a riscar do mapa, deu-se quando lhe atribuíram ... o prémio Nobel ...
Desde então, Al Gore tem ganho fortunas a vender banha da cobra. A sua pasta é a do “aquecimento global”.
A história do “aquecimento global” terá tido origem quando Margaret Tatcher quis entalar os mineiros. Havendo que apaziguar os verdes, o enchimento de um papão permitiria que a construção de centrais nucleares não levantasse demasiadas ondas. A coisa funcionou suficientemente bem e as centrais avançaram.
Pela queda do divino muro de Berlim, a esquerda desempregada aproveitou o balanço e adoptou o mito como a causa que iria, finalmente, partir a espinha ao venenoso capitalismo.
Com a perca da presidência, Al Gore, desempregado, adoptou a mesma cau$a. De computador debaixo do braço passou a viajar pelo mundo todo exibindo o mais completo chorrilho de asneiras que a “ciência” alguma vez produziu.
A apurada colecção de disparates não tardou a ser adoptada pela esquerda floribélia e amante das “coisas biológicas mas sem químicos”. Em Portugal, como por quase todo o mundo, o filme de propaganda de Al Gore foi visionado em todas as escolas. Os professores de disciplinas ligadas às “ciências”, recorrendo a “manuais escolares” em que se “demonstrava” serem as chaminés fumegantes herança de Satanás, trataram de assegurar que os alunos tirariam as “correctas” conclusões.
Al Gore parece ter sido atacado de uma recaída. Via Educação Cor-de-Rosa, (uma excelente fonte de informação sobre causas rachadas) podem apreciar-se as tiradas do artista.
Nesta apresentação, aparentemente muitíssimo mais à defesa que na anterior, Al Gore contra-ataca ... mal, p’ra variar.
Al Gore começa por alvitrar sobre a calote polar norte porque, segundo ele, estará a desaparecer. Pois está. Todos os verões quase desaparece. Aliás, o último verão desapareceu de tal forma “nunca vista” que até a passagem de Noroeste ficou navegável. As alminhas tontas, entre as quais um insigne comercial das energias alternativas, vieram logo reclamar tratar-se da “prova final”. Nenhum dos palermas se perguntou porque se dava aquele nome ao pedaço de mar “agora” navegável.
A segunda investida do herói da esquerda dá-se contra o Sol. Segundo ele, a malta bushista que, naturalmente, não acredita no aquecimento global, diz que o incremento da temperatura na terra é oriundo do Sol. De facto assim é. É o Sol que aquece (ou não) a Terra. Mas a diferença de temperatura não se dá por variação da ‘força’ do Sol propriamente dito como Al Gore afirma reclamarem os sulfúricos. Dá-se porque o quase desaparecimento regular do vento solar permite que os raios cósmicos penetrem a atmosfera e dêem origem a mais nuvens que, por sua vez, reflectem mais a radiação solar. Já agora, desde 98 que a temperatura média global não sobe e dois importantes factores pré-anunciam que vai descer muito mais: este e este. Lá se vai às urtigas mais uma fulgurante causa “verde”.
E já me esquecia. No pólo Sul há gelo como há muito tempo não havia e o mar não está a subir mas a descer, e parece que este gajo teve azar.
Aos que ficarem em pânico com o que escrevo, procurem consolação nas palavras de António Guterres hoje (ontem) à tarde: o aquecimento global anda aí.
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01/03/2008
Armagedão: coisas giras que a esquerda adora


Aquecimento Global é terrorismo climático
Via Mitos Climáticos
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ULTIMA HORA
Parece que as árvores estão a ficar "obesas".
Via Outra Margem
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06/02/2008
Ciência, e "aquecimento global"
Via EcoTretas:
When we've finally gotten serious about global warming, when the impacts are really hitting us and we're in a full worldwide scramble to minimize the damage, we should have war crimes trials for these bastards -- some sort of climate Nuremberg..
Quando finalmente levamos a sério o aquecimento global e, visto que os impactos nos estão a atingir e estar a lutar-se a nível global para minimizar o problema, deveria haver julgamentos marciais para estes bastardos ["negacionistas" do aqueciemnto global] -- algum tipo de Nuremberga para clima.
24/01/2008
Cada vez mais verdades inconvenientes
19/01/2008
Estado de emergência na Sibéria
No Mitos Climáticos:
Ontem, dia 15 de Janeiro de 2008, o governo russo lançou o alerta. O estado de emergência na Sibéria deve-se prolongar até ao dia 21. A descida das temperaturas vai até – 55 ºC, a partir do dia de hoje.Ler o resto.
[...]
07/01/2008
05/01/2008
O gelo e os pardais

A caramelada da RTP pariu ontem mais um exercício de jornalismo de causas.
Assunto: aquecimento global.
A notícia:A dissecação:
Parte 1: Nevões consideráveis têm fustigado a Europa provocando temperaturas baixíssimas.
Parte 2: As alterações climáticas fizeram aparecer um bando de pardais sobre Lisboa.
Não era mais possível ignorar que há neve a cair por todos os lados, embora se continue a ignorar que o gelo do Árctico está de boa saúde. Há portanto que conceder, mas sem ceder: não se fala aqui em alterações climáticas.
Para evitar que alguma alma daninha seja acometida da perplexidade de não perceber como pode o aquecimento global provocar neves de rara intensidade, há que encontrar algo que reponha a coisa no seu lugar. A pardalada que andou a curtir sobre Lisboa veio mesmo a calhar e, como seria inevitável, foi resultante das alterações climáticas (leia-se aquecimento global).
A ordem por que os dois casos foram exibidos não foi inocente. O que fica mais na memória é a última coisa dita e, neste caso, convinha mais à causa a passeata da pardalada provocada pelas alterações do que os milhares de quilómetros quadrados cobertos a meio metro de neve.
Os (as) "jornalistas" envolvidas na operação de propaganda marcaram assim o ponto, dando o sinal que lhes potencia umas passeatas às curtições a locais exóticos como Kiotto, Porto Alegre ou Bali.
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04/01/2008
Nevões na Europa
Ou não publicam ou noticiam de raspão. Deste modo os media alimentam a crendice do aquecimento global. Mas, neste início de 2008, apareceram já grandes nevões na Europa do Norte e do Sul. Espanha, Itália, Grécia, Roménia, Bulgária e Turquia não escaparam.[Ler a totalidade, em Mitos Climáticos]
23/12/2007
Arauto

Os recibos verde e o faz de conta que se faz prestação de serviços
... e porque fica o Estado sempre de fora?Via Mitos Climáticos, de Alberto Gonçalves, Crendices, ou ...
O FIM DO MUNDO TAL COMO AL GORE O CONHECESerá talvez este o maior logro da história recente, logo depois do logro em que a esquerda alinhou no tempo da cortina de ferro e ainda depois dele. Inclino-me, aliás, a dar razão a quem reclama que a história do aquecimento global não passará de uma espécie de terapêutica ideológica substitutiva que, para não variar, se assume em forma de logro.
E, discretamente, o aquecimento global, esse Medo do Ano, parou. Se o facto não chegou às manchetes nem por isso deixa de ser um facto: as temperaturas médias de 2007 foram idênticas às de 2006. E as de 2006 às de 2005. E as de 2005 às de 2004. E por aí fora até 2001. É isto, então: aparentemente, as temperaturas terrestres (por complexas que sejam de estabelecer) não aumentam há seis anos. David Whitehouse, astrofísico e ex-editor científico da BBC (não, não é o "céptico" comum), comenta o assunto em artigo na revista "New Statesman" e procura, em vão, uma explicação. A explicação "clássica" liga o aumento das temperaturas ao aumento das emissões de dióxido de carbono. Mas, no período em causa, as emissões de CO2 continuaram a subir (nos dois sentidos) e as temperaturas, repito, não. Na perspectiva científica, é legítimo suspeitar que, afinal, uma coisa não está relacionada com a outra, e que talvez a acção do homem não influencie o clima do modo que se pensava e se obrigava toda a gente a pensar.
O problema é que o conhecimento científico nunca foi exactamente o objectivo desta história. A coisa passou mais por apavorar as massas com visões folclóricas da catástrofe, espatifar fortunas em "investigação" com tese previamente definida, realizar o "Live Earth", dar o Nobel ao sr. Gore, reunir os grandes da Terra (aflitíssimos) nas praias de Bali e aliviar fúrias acerca dos EUA e de Quioto. Feito, feito, feito, feito. Se calhar, é suficiente. Podemos voltar à gripe das aves? Ou, se quiserem um perigo comprovado e realmente assustador, à crendice dos homens.|
Sábado, 22 de Dezembro
O prémio Nobel não terá passado de cereja em bolo-bosta.
Um dia destes ouvi, na RDP, uma entrevista a uma investigadora da Universidade de Aveiro. Logo na primeira pergunta o jornalista abordou a questão em forma de polarização - a desgraça dos ursos afogados. A cientista, sem refutar a paranóia, chamou a atenção de que os pólos estavam a aquecer (o que parece não ser verdade) mas outras zonas estavam a arrefecer. Enfim, respondeu sem tentar desmanchar o logro. Ainda algum tempo há de passar antes de se poder chamar os bois pelos nomes sem se correr o risco de se ser chamado de negacionista.
Não sou católico, mas queira Deus que a temperatura não comece a baixar de imediato. Se ainda por cá andar, terei interesse em ver como se irá defender que a produção maciça de CO2 não possa vir a ser uma ferramenta para evitar o arrefecimento global.
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21/10/2007
A verdade oficial ...
... a verdade dos tribunais ou a verdade? (Via Blasfémeas - transcrevi para evitar que o link se viesse a partir).
O filme de Al Gore sobre o aquecimento global (Verdade Inconveniente) transformou-o no mais importante paladino dos valores ambientais. O Governo inglês pretendia exibir o filme de Al Gore em todas as escolas públicas de Inglaterra. Stewart Dimmock, membro de um conselho escolar de Dover, considerou o filme político e o caso acabou em tribunal. Um tribunal inglês analisou o carácter político e o rigor científico do filme. O juiz concluiu que o filme tem uma orientação política e contém informações pouco rigorosas que podem induzir o espectador em erro. Para chegar a esta conclusão, o juiz comparou as ideias transmitidas pelo filme (explícitas e implícitas) com o consenso expresso nos relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas). Este procedimento judicial é um reconhecimento de que o consenso é uma fonte de verdade e que o IPCC é o detentor da "verdade" oficial sobre aquecimento global. O juiz acabou por permitir a exibição do filme nas escolas, desde que fosse garantido o contraditório. Poucos dias depois desta sentença, um comité de representantes dos principais partidos noruegueses, também conhecido por Comité Nobel Norueguês, atribuiu o Prémio Nobel da Paz a Al Gore e ao IPCC..
Esta história contém algumas situações notáveis. Um governo a querer introduzir um filme de propaganda nas escolas públicas. Um documentário que pretendia levar a ciência às massas contém afinal algumas liberdades artísticas para melhor vender uma mensagem política. Um tribunal que se vê obrigado a avaliar o rigor científico de um filme de propaganda. A ciência a ser avaliada por um comité que estabelece a "verdade" oficial (o IPCC). O comité que estabelece a "verdade" oficial a receber um prémio político (Nobel da Paz), concedido por um comité político e partilhado com um político (Al Gore).
Os procedimentos seguidos pelos diferentes actores desta história para chegarem à verdade sobre o aquecimento global são incompatíveis com a tradição científica. A tradição científica valoriza a liberdade de aprender e de ensinar, a liberdade de promover teorias impopulares, a avaliação descentralizada pelos pares e a competição entre teorias contraditórias. A tradição científica rejeita a autoridade dos consensos e as "verdades" oficiais. E percebe-se porquê. O propósito da ciência é descobrir a verdade. A verdade reside na realidade externa, não reside nos comités nem nos tribunais. A descoberta da verdade tem frequentemente que passar pela refutação dos consensos do momento e constitui um desafio permanente aos poderes estabelecidos. A descoberta da verdade requer a total liberdade de ensino e de investigação. Dispensa governos que fazem propaganda nas escolas e comités que estabelecem "verdades" oficiais.
João Miranda
Investigador em biotecnologia
17/10/2007
IP maldito
... coisas do "aqueciemento global". Deve ser para evitar a fusão das calotes polares e preservar as melgas de morrerem afogadas.
As I mentioned yesterday, Malcolm Hughes and/or the University of Arizona Laboratory for Tree-Ring Research had gone to the trouble of blocking my IP address from accessing their website..
12/10/2007
07/10/2007
Carlos Pimenta e a passagem
Os paranóicos do CO2 andam para aí aos gritos porque abriu a passagem de Noroeste.
Abriu?
Não deixa de ser caricato ver Calos Pimenta na TV, num daqueles programas de propaganda eco-terrorista, a defender a necessidade das eólicas ... por causa do CO2.
Carlos Pimenta está metido até ao pescoço no negócio das eólicas.
... se fossem petrolíferas, já tinha caído o Carmo e a Trindade.
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Abriu?
Não deixa de ser caricato ver Calos Pimenta na TV, num daqueles programas de propaganda eco-terrorista, a defender a necessidade das eólicas ... por causa do CO2.
Carlos Pimenta está metido até ao pescoço no negócio das eólicas.
... se fossem petrolíferas, já tinha caído o Carmo e a Trindade.
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29/09/2007
19/09/2007
O calor e o fim do mundo em cuecas
Aqui está mais uma colecção de belas imagens mostrando a mestria com que foram escolhidos locais de recolha de dados de temperatura. Os dados recolhidos nos locais referenciados têm sido usados na determinação da temperatura da atmosfera do planeta.
Não há dúvida: o aquecimento global está por todo o lado.
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Não há dúvida: o aquecimento global está por todo o lado.
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