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18/08/2007

Ecologistas e pára-quedas



Será que nunca ocorreu aos idiotas dos "verdes" e/ou imbecis destruidores de culturas que não faz sentido transportar uma bicicleta sobre o tejadilho de um carro?

Será que não ocorre aos palermoides ecologistas que, em vez de tentarem que o limite de velocidade nas auto-estradas baixe de 120 ara 118, faria muito mais sentido promover o transporte de bicicletas na traseira dos carros, como em qualquer país civilizado?

Será que nunca se espantaram por ver estrangeiros transportarem bicicletas sem acréscimo significativo de consumo de combustível enquanto, paralelamente, um português é obrigado a pespegar as bicicletas no pior local de transporte possível, como quem arrasta um pára-quedas?

Tanto palram os Quercus cá do burgo, e ainda não se aperceberam que a obrigatoriedade de transporte, no tejadilho dos carros, das bicicletas cujo uso dizem tanto defender, são um desincentivo ao seu transporte e utilização por implicarem um acréscimo de consumo de combustível de, pelo memos, mais 2 litros aos 100Km?

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05/08/2007

Portadores de gaita, abstei-vos de sacudir.

Espicaçado por este assunto abordado pelo Caldeirada de Neutrões, começo por informar que não fui ainda bafejado ou auto-bafejado pela propriedade de um ecran LCD. Tenho, em contrapartida um excelente monitor de raios catódicos de 21" cuja qualidade arrasa qualquer LCD que até agora tenha encontrado. Quando alguém me visita tenho sistematicamente que recorrer a uma rede de apanhar borboletas para evitar a queda inopinada dos testículos de quem olha para o meu Nokia Multigraph 445Xpro.

Mas não foi por isso que aqui vim. A propósito de poupança de energia lembrei-me de lançar uma campanha (politicamente correcta, está bem de ver):

Portadores de gaita, abstei-vos de sacudir.


Já alguém fez contas à energia consumida em sacudidelas de gaita de cada vez que algum dos portadores do precioso instrumento vai à casa de banho?

Se esse pavoroso acto de esbanjamento energético fosse banido, os alimentos que se poderiam evitar ingerir seriam suficientes para alimentar milhões de esfaimados ...

.. já para não falar doutro caso, mais assintoso, de gaital sacudidela.

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04/08/2007

"Viver pela natureza"

Uma chapelada, com vénia, ao Joaquim Simões.

Do artigo que aponto, ocorrem-me uma entrevista de Carvalho Rodrigues a uma estação de televisão local que, a seu tempo, se viria a tornar um dos mais pestilento meios de disseminação da brutalidade e estupidez.

Babuseava a jornalista (cito de memória) palermices relacionadas com "as coisas naturais": medicamentos naturais, comida biológica, ..., viver pela natureza ...

Carvalho Rodrigues remata - viver com a morte!

- Com a morte?

- Sim, viver pela natureza implica também a morte. A existência, por exemplo, de antibióticos representa um afastamento à ordem natural das coisas na perspectiva que refere. Se optamos pela via tecnológica com apoio a substancias criadas artificialmente viveremos algo afastados da mãe natureza, mas podemos gozar de uma melhor qualidade de vida, na qual se inclui a maior longevidade. Se nos afastarmos dos mecanismos criados pela civilização para vivermos mais de mão dada à natureza teremos que aceitar as consequências daí decorrentes, entre as quais a morte ao virar a esquina.

A 'jornalista' ficou embuxada, mas não fiquei certo que tivesse percebido que tinha estado a fazer figura de tonta.

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03/08/2007

Arvorezinhas-as-Coitadinhas


Numa primeira leitura deste excelente 'post' ocorreu-me o incontornável exercício de girinice(*1) imbecil, pós moderno, absurdo, ridículo, idiota, politicamente correcto , ... : Reciclemos papel - bradam os ditos acima qualificados, recorrendo ao eduquês - a gramática que 'está a dar'.

Porque? Porque em cada folha de papel reciclada está parte da vida de uma Arvorezinha-a-Coitadinha, cuja vida se poupará.

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A mãe natureza parece dispor de uma e apenas uma forma eficiente de capturar carbono da atmosfera e fixá-lo ao solo: pela clorofila. Em morte, o tronco da árvore devolve ao solo o carbono que, pacientemente, ao longo de toda a sua vida, foi retirando da atmosfera.

A clorofila, consumindo energia solar, decompõe o CO2 ("gás de efeito de estufa", tenhamos presente) em oxigénio libertado para a atmosfera, e carbono que fica retido nos tecidos da arvore.

O oxigénio é fundamental à vida animal, e sem a sua libertação a vida tornar-se-ia impossível tal como a conhecemos (talvez por enquanto).

É exactamente a energia solar consumida pela clorofila na dissociação do CO2 que nós recuperamos quando queimamos carvão ou petróleo.

...

Voltando ao papel, há que reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, ...

Porquê? Para poupar a vida das Arvorizinhas-as-Coitadinhas, que nos fornecem o oxigénio que nos permite respirar e continuar vivos.

Mas não é exactamente enterrando papel que se fixa, de volta ao solo, de onde o mau-bicho-homem o retira sob a forma de carvão, o carbono que, combustado, vai libertar para a atmosfera o CO2, o execrável "gás de efeito de estufa"?

Ah, pois é ... Olha que giro (girinice imbecil, pós moderna, absurda, ridícula, ideota, absurda, politicamente correcta).

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Os idiotas dos verdes (de várias estirpes - todas anti-globalização, anti-CO2, anti indústria, anti-americanos(*2) e anti-Bush - numa palavra, o Satã pós-moderno) reclamam a poupança da vida das Arvorezinhas-as-Coitadinhas (leia-se eucaliptos), propondo em alternativa a reciclagem do papel, para a qual será consumida energia geradora de CO2 grandemente originária do carvão ou de centrais nucleares (outra coisa que eles abominam, desenvolvida pelo mesmo Satã). Poupando a vida das Arvorezinhas-as-Coitadinhas, acabam defendendo que, para obter a energia necessária à reciclagem do papel, se liberte CO2, queimando carvão - o tal que eles defendem que se retenha e devolva ao solo do planeta, impossibilitando, implicitamente, o retorno de carbono, ao solo.

Numa penada defendem e condenam a fixação de carbono, defendem e condenam a libertação de CO2. Tudo numa única tirada. Que giro (girino, digamos)!

Alternativamente defendem que se produzam isótopos e elementos radioactivos (fisicamente instáveis) consumindo energia proveniente de centrais nucleares.

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*1 - "de ... "aaaaiii que giiiiirooooo!".
*2 - até os americanos da América do Sul, sem que disso se apercebam.

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01/08/2007

A fogueira



Cá está: a culpa do homem.

Uma chapelada a Outramargem.

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29/07/2007

Sensores

Convém passar por aqui de vez em quando.




Estação de detecção de temperatura de "alta qualidade".


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Urticária




Sou atacado de urticária de cada vez que se "fica a saber" que um determinado "fenómeno" climático, atribuído ao "aquecimento global" foi o mais significativo nos últimos 50 anos.

Das duas uma: ou isto é escrito por idiotas imberbes que suporão ter o mundo começado na véspera do dia em que nasceram ou por "ideólogos" desempregados.

50 anos em história natural equivale a dizer que foi ontem. 100 anos, a dizer que foi na véspera.

Em Inglaterra já não chovia assim há 60 anos. So what?

Quem os manda construir em leito de cheia? O leito de cheia terá sido foi inventado pelo "aquecimento global"?

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17/07/2007

"Aquecimento"



Olhem donde vem o "aquecimento" global.

(Via Blasfémias).

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14/07/2007

A culpa é de Bush



Alguém sabe o que se passa na América do Sul?

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24/06/2007

Arauto



Perguntas e respostas [Mitos Climáticos].
É altura de referir que nos últimos relatórios do IPCC, datados de 2007, surpreendentemente, a avaliação das temperaturas termina em 2000. Porque será? Os últimos 6 anos são desprezáveis? Ou existem valores que não interessam divulgar?

Alterações climáticas que escapam aos media [Mitos Climáticos].

Eis algumas notícias frescas recentes:
Denver sofreu um dos Invernos mais rigorosos
Temperatura oceânica excepcionalmente fria na Califórnia
Autoestradas e automobilistas bloqueados. China soterrada pela neve
Estação de neve prometedora na Austrália com Inverno madrugador
Estas notícias foram repescadas pelo sítio francês Changement Climatique onde se podem ler outras notícias invulgares como as da África do Sul.

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09/06/2007

Arauto



Extracto do discurso do Presidente da República Checa Vaclav Klaus before American Congressional Committee on Energy and Commerce em Março deste ano.
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Veja-se quão pejados deste lixo terrorista pseudo-ambientalista "industria inimiga do ambiente, assassina do planeta" e perceba-se a lavagem ao cérebro que se tem feito aos alunos em Portugal.

Tudo politicamente correcto, inn, giro, "inclusivo".

Como este, há dezenas de outras "causas", com as quais o exército de idiotas a que se chama, globalmente, Ministério da Educação, insiste em seringar alunos.

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08/06/2007

A "vitória" dos pacóvios



Fazer papel de burro é prerrogativa do político europeu.

Se de esquerda, a burrice vem temperada com a mais viva estupidez. Se de direita, estúpida QB.

Angela Merkel vem congratular-se à TVs da retumbante vitória sobre os “americanos” reclamando Gerorge Bush como troféu.

Reclama a cavalheira, que George Bush se "comprometeu finalmente" (graças a ela, claro) a reduzir as (fantasmagóricas) emissões de CO2 em 50% durante os próximos ... 50 anos.

Será que a baronesa se convenceu que ninguém percebeu que a Europa acaba de enterrar Kyoto (equivalente imbecilidade).

A Europa andou uma série de anos a bramir que Kyoto seria a salvação do mundo. A bramir contra os “americanos” que era deles a culpa de todos (entre outros) os males climatéricos do mundo. Depois de tanta peixeirada, a Europa compromete-se com a solução final e perfeita: reduzir em 50% em 50 anos.

São 50 como poderiam ser 500. Significa, simplesmente, que nem uma palha será mexida nos próximos 30 anos.

A Europa trucidou todas as metas em que se comprometeu em Kyoto (nem outra coisa seria de esperar), fazendo, todo o tempo, exactamente o mesmo que os Estados Unidos fizeram: continuar a aumentar as emissões.

Face à óbvia candidatura da China como concorrente face a toda e qualquer economia, ela é ainda recordista em emissão de CO2 (ultrapassará os Estados Unidos em 2 anos). Os europeus reclamam ainda (pasme-se) a vitória de ter convencido George Bush a delegar na ONU as negociações (salvadoras do mundo, tá bom de ver) assentes nas cinzas de Kyoto.

Espera-se para ver o grau de receptividade com que os chineses, para não falar nos indianos, colaborarão com a parvoíce da senhora Merkel.

George Bush bebia cerveja e sorria. Terá pensado: estes pacóvios europeus pensam que o resto do mundo é tanso.

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No Abrupto, Pacheco Pereira escreve:

COISAS DA SÁBADO: OS MÍSSEIS RUSSOS E A EUROPA

Tenho muita curiosidade em ver que tipo de resposta vai dar a União Europeia à ameaça de Putin de tornar de novo apontar os seus mísseis para alvos europeus, isto na presunção de que alguma vez estes tivessem sido apagados da lista russa. Não me refiro à resposta retórica, aos protestos diplomáticos e verbais, mas sim às medidas concretas, às medidas de carácter militar. Não custa descobrir para onde estão apontados esses mísseis: deve haver vários para a Alemanha, Polónia, República Checa, Itália, muitos para o Reino Unido, um ou dois para França, talvez para Portugal haja um para os Açores e outro para o comando da OTAN de Cascais. O que haverá certamente é um lote especial para Bruxelas, onde está situado o Quartel-General da OTAN, localização que veio do tempo em que a Bélgica era um aliado com que se podia contar na “guerra fria”. Agora ter lá o Quartel-General é um anacronismo histórico, que já Rumsfield, com a amabilidade do trato que o caraterizava, tinha ameaçado mudar para a Polónia.

Claro que se pode sempre dizer que quem dá essa resposta militar é a OTAN, cujos mísseis devem aliás também ter ficado com os alvos soviéticos clássicos guardados na memória. Ou seja, traduzido em português corrente e não em “europês”, isso significa que mais uma vez a tronitruância anti-americana da Europa esconde que esta é protegida pela sombra termonuclear dos EUA, que, como se sabe, é um país criminoso presidido por um imbecil, que todo o europeu politicamente correcto despreza no íntimo do seu ser.
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03/06/2007

Aquacimento global, de barrete em barrete

Climate Catastrophe Cancelled


As coisas mais belas e politicamente correctas que se têm ensinado nas nossas escolas!









Mais umas rachas no "aquecimento global"

Exposed: the Climate of Fear













02/06/2007

Porque o clima não deve mudar? Porque nos serve a nós.

No mudo dos defensores de medidas anti aquecimento global, alguém chama, finalmente, os bois pelos nomes.

O planeta Terra sempre teve variações de temperatura muito superiores àquelas que são agora anunciadas.

Tem-se vivido, no último par de séculos, uma época de excepção, particularmente favorável ao desenvolvimento do mundo como hoje o conhecemos. Qualquer substancial mudança climática afectará as latitudes correspondentes ao mundo mais desenvolvido.

Quer queiramos quer não, a temperatura média global vai mudando. Sempre mudou e mudará. Umas vezes aquece, outras arrefece. Estaremos, aliás, no final de um período inter-glacial que, acabado, trará o gelo, mais ou menos permanente, a toda a Europa.

Esta paranóia à volta do CO2 não passa disso - de uma paranóia. Para uns, uma paranóia algo religiosa, resultante da necessidade de adorar um deus qualquer, especialmente sentida após a queda do "ideal comunista". Para outros, uma forma, como outra qualquer, de ganharem a vida em estilo "jobs for the boys".

Mas a guerra pela manutenção do clima tal como está serve apenas para tentar perpetuar a mordomia climática com que o mundo mais desenvolvido tem contado. (Via Insurgente.)

Cientistas surpreendidos pelas declarações do chefe do departamento de clima da NASA

"Não tenho dúvida de que há uma tendência de aquecimento global," declarou Griffin ao Inskeep. "Não estou certo que seja correcto dizer que seja algo contra o qual devamos lutar".

"Assumir que se trate de um problema é assumir que a Terra se encontra exactamente no seu óptimo climático, o melhor clima que poderíamos ter ou poderíamos ter tido, e que precisemos dar passos no sentido de garantirmos que não mudará," disse Griffin. "Suponho que perguntaria que seres humanos - quando e onde - deverão ter o privilégio de decidir que o particular clima que temos exactamente aqui e hoje, será o melhor clima para todos os outros seres humanos. Suponho que tal posição, a ser decidida por alguém, será de substancial arrogância."


Scientists Surprised by NASA Chief's Climate Comments

"I have no doubt that a trend of global warming exists," Griffin told Inskeep. "I am not sure that it is fair to say that it is a problem we must wrestle with."

"To assume that it is a problem is to assume that the state of Earth's climate today is the optimal climate, the best climate that we could have or ever have had and that we need to take steps to make sure that it doesn't change," Griffin said. "I guess I would ask which human beings — where and when — are to be accorded the privilege of deciding that this particular climate that we have right here today, right now is the best climate for all other human beings. I think that's a rather arrogant position for people to take."
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03/05/2007

Do obscurantismo

Third World fundraiser David Weight from Poole says it is both damaging and dangerous to pollute the minds of young people "with such trash" by letting them watch The Great Global Warming Swindle at the university.
A universidade responde:
"It is through controversy and showing students that there is a variety of sources of information - some good, some bad, some indifferent - that we come to understand how the world works and how the perspectives of others are influenced.

"Our students have to form their own opinion about the reliability of sources."
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11/04/2007

Global Warming - Doomsday Called Off

Mais um documentário sobre o disparate do aquecimento global antropogénico.

Pode ser visto aqui, aqui, aqui, aqui, e aqui, (5 partes) [via].

[Actualização II]

Fundamental ler este artigo e ainda este outro de (via Mitos Climáticos), acerca do “Hockey Stick”. Mais um barretanço do IPCC.

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