O "aquecimento global" como alavanca para subida de impostos. Não se tratasse de tal, a medida seria acompanhada, noutros campos, por descidas complementares compensatórias.
Outro belo exemplo de Estado Sanguessuga. Subidas de taxas em mais de 10x.
Eles andam aí, e procuram sugar por onde podem. Nem que o alvo já esteja morto.
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29/01/2007
14/12/2006
Contribuinte duplo pagador
A Comunidade Europeia anuncia uma resolução no sentido de passarem a ser as empresas a demonstrar que as substancias químicas por elas utilizadas não terão impacto à saúde humana. Até agora essa verificação seria feita por organismos estatais.
Não fica claro se as despesas geradas pelos organismos estatais que supervisionavam essas substancias eram pagas pelo erário público dos respectivos países (incluindo Portugal?) ou pelas empresas que recorriam a esses serviços (ou por ambos e em que medida).
Se se tratava do primeiro caso, é de esperar subidas de preço dos produtos gerados pelas empresas fazendo repercutir neles os custos de investigação que ora terão que realizar.
Nesse sentido, e no caso presente, o estado deixaria de ter gastos com essa investigação mas o consumidor final (pagante de impostos) continuará a pagar indirectamente esses custos por via do seu encarecimento.
Mas a directiva não parece esclarecer se convida também os estados a fazerem repercutir em baixa de impostos a despesa que a partir de agora deixarão de realizar ou se se tratará apenas de mais uma manobra de subida de impostos.
Se for o caso, o estado evitará uma despesa cuja verba será proveniente de impostos enquanto o pagador dos mesmos passará a pagar os mesmos serviços também por via do aumento de custo das substancias químicas.
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Não fica claro se as despesas geradas pelos organismos estatais que supervisionavam essas substancias eram pagas pelo erário público dos respectivos países (incluindo Portugal?) ou pelas empresas que recorriam a esses serviços (ou por ambos e em que medida).
Se se tratava do primeiro caso, é de esperar subidas de preço dos produtos gerados pelas empresas fazendo repercutir neles os custos de investigação que ora terão que realizar.
Nesse sentido, e no caso presente, o estado deixaria de ter gastos com essa investigação mas o consumidor final (pagante de impostos) continuará a pagar indirectamente esses custos por via do seu encarecimento.
Mas a directiva não parece esclarecer se convida também os estados a fazerem repercutir em baixa de impostos a despesa que a partir de agora deixarão de realizar ou se se tratará apenas de mais uma manobra de subida de impostos.
Se for o caso, o estado evitará uma despesa cuja verba será proveniente de impostos enquanto o pagador dos mesmos passará a pagar os mesmos serviços também por via do aumento de custo das substancias químicas.
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02/12/2006
03/08/2006
Negócios
Encomendei umas peças a Espanha.
As peças custaram € 503.39, incluindo IVA de 16%.
Se as tivesse comprado em Portugal, além de serem mais caras (mesmo não considerando o IVA), teria que pagar 21% de IVA, fazendo contas, € 525.09.
No negócio poupei € 21.7 – 8 de transporte, mas poupei tempo e gasolina porque as peças foram-me entregues à porta de casa.
E se se pudesse encomendar gasolina?
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As peças custaram € 503.39, incluindo IVA de 16%.
Se as tivesse comprado em Portugal, além de serem mais caras (mesmo não considerando o IVA), teria que pagar 21% de IVA, fazendo contas, € 525.09.
No negócio poupei € 21.7 – 8 de transporte, mas poupei tempo e gasolina porque as peças foram-me entregues à porta de casa.
E se se pudesse encomendar gasolina?
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