Esta manhã, suponho que na Antena 1, um idiota cascava num supermercado por ter movido um processo a uma velhota na sequência dela ter, hipoteticamente, roubado um creme no valor de 1€.
O argumentista reclamava que a velhota era velhota, que o valor do creme era apenas de 1€, que o supermercado teria gasto uma fortuna em advogados e que o Estado teria gasto um batatal de massa em geringônciais manobras de tribunal.
O trambolho argumentou isto tudo mas esqueceu-se de dizer que pensaria ele dever fazer-se perante a percepção generalizada de que o supermercado nunca levantaria processos para roubos inferiores a 1€.
Dever-se-ia retirar do supermercado tudo o que custasse menos de 1€? Dever-se-ia deixar roubar tudo o que custasse menos de 1€?
E porquê 1€? Porque não 5, 10, 100, 1000? Dever-se-ia apenas levantar processos nos casos em que o roubo fosse superior ao somatório de todos os custos judiciais?
De acordo com o pensamento do artista deveria ser esta última a via a seguir, muito embora não se tenha percebido quantos seriam, na cabeça do palermoide, os artigos de supermercado que ultrapassam 1000€ ou se ele defenderia a retirada de todos o artigos de valor inferior.
Enfim, coisas giras, coisas caviar, coisas ao nível de inteligência Neandertal (não desfazendo).
A propósito: qual o preço do kaviar?
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06/04/2008
17/12/2007
Vómitos

As nossas televisões fazem lembrar a PIDE: antes de ser já o é.
Salta a lebre e logo as televisões exibem a a respectiva cara nos ecrãs.
Prenderam uma data de gajos provavelmente relacionados com os assassinatos do mundo da noite, escondendo-se as caras dos polícias envolvidos mas deixando a descoberto a cara dos detidos.
O código penal prevê sanções para todos os gostos, mas desconheço qualquer castigo relacionado com a exibição pública, em meio de comunicação social, da cara do condenado. Abstraindo a irrelevância informativa, nem há sequer condenado.
E triste é também o conluio das polícias nesta encenação. Nesta, nas encenações da ASAE, etc.
Parece que vivo no mundo das touradas, no mundo do circo romano moderno. Só falta a populaça carregar um botão do tele-comando para que o 'malandro' seja, de imediato, executado e que as televisões gravem em slow motion e que repitam, em muti-câmara, até ao vómito.
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27/09/2007
Pedro Santana Lopes fez algo bem feito
Pedro Santana Lopes fez, não necessariamente a primeira coisa de jeito na vida, mas a primeira dos últimos tempos.
Tendo sido interrompida a entrevista que estava a dar um canal local para que a estação pudesse transmitir a chegada de um pacóvio futebolista, deu a coisa por terminada e deu de frosques, deixando o canal e a jornalista de olhos esbogalhados (de boga).
Muito bem.
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Tendo sido interrompida a entrevista que estava a dar um canal local para que a estação pudesse transmitir a chegada de um pacóvio futebolista, deu a coisa por terminada e deu de frosques, deixando o canal e a jornalista de olhos esbogalhados (de boga).
Muito bem.
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26/09/2007
Sai uma palermice para o cliente ao fundo do balcão
Todo e qualquer jornalista devia fazer um estágio na mercearia mais próxima para aprender a fazer contas.
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18/08/2007
Escala aberta com máximo
É sempre espantoso ouvir, num órgão de comunicação social como a TSF, um jornalista palermoide insistir que determinado sismo "atingiu o garu X na escala aberta de Richter que tem o máximo de 9".
Escala aberta como máximo? Se tem máximo, é escala fechada. Se é aberta, não tem máximo.
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Escala aberta como máximo? Se tem máximo, é escala fechada. Se é aberta, não tem máximo.
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03/08/2007
Arvorezinhas-as-Coitadinhas

Numa primeira leitura deste excelente 'post' ocorreu-me o incontornável exercício de girinice(*1) imbecil, pós moderno, absurdo, ridículo, idiota, politicamente correcto , ... : Reciclemos papel - bradam os ditos acima qualificados, recorrendo ao eduquês - a gramática que 'está a dar'.
Porque? Porque em cada folha de papel reciclada está parte da vida de uma Arvorezinha-a-Coitadinha, cuja vida se poupará.
...
A mãe natureza parece dispor de uma e apenas uma forma eficiente de capturar carbono da atmosfera e fixá-lo ao solo: pela clorofila. Em morte, o tronco da árvore devolve ao solo o carbono que, pacientemente, ao longo de toda a sua vida, foi retirando da atmosfera.
A clorofila, consumindo energia solar, decompõe o CO2 ("gás de efeito de estufa", tenhamos presente) em oxigénio libertado para a atmosfera, e carbono que fica retido nos tecidos da arvore.
O oxigénio é fundamental à vida animal, e sem a sua libertação a vida tornar-se-ia impossível tal como a conhecemos (talvez por enquanto).
É exactamente a energia solar consumida pela clorofila na dissociação do CO2 que nós recuperamos quando queimamos carvão ou petróleo.
...
Voltando ao papel, há que reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, reciclar, ...
Porquê? Para poupar a vida das Arvorizinhas-as-Coitadinhas, que nos fornecem o oxigénio que nos permite respirar e continuar vivos.
Mas não é exactamente enterrando papel que se fixa, de volta ao solo, de onde o mau-bicho-homem o retira sob a forma de carvão, o carbono que, combustado, vai libertar para a atmosfera o CO2, o execrável "gás de efeito de estufa"?
Ah, pois é ... Olha que giro (girinice imbecil, pós moderna, absurda, ridícula, ideota, absurda, politicamente correcta).
...
Os idiotas dos verdes (de várias estirpes - todas anti-globalização, anti-CO2, anti indústria, anti-americanos(*2) e anti-Bush - numa palavra, o Satã pós-moderno) reclamam a poupança da vida das Arvorezinhas-as-Coitadinhas (leia-se eucaliptos), propondo em alternativa a reciclagem do papel, para a qual será consumida energia geradora de CO2 grandemente originária do carvão ou de centrais nucleares (outra coisa que eles abominam, desenvolvida pelo mesmo Satã). Poupando a vida das Arvorezinhas-as-Coitadinhas, acabam defendendo que, para obter a energia necessária à reciclagem do papel, se liberte CO2, queimando carvão - o tal que eles defendem que se retenha e devolva ao solo do planeta, impossibilitando, implicitamente, o retorno de carbono, ao solo.
Numa penada defendem e condenam a fixação de carbono, defendem e condenam a libertação de CO2. Tudo numa única tirada. Que giro (girino, digamos)!
Alternativamente defendem que se produzam isótopos e elementos radioactivos (fisicamente instáveis) consumindo energia proveniente de centrais nucleares.
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*1 - "de ... "aaaaiii que giiiiirooooo!".
*2 - até os americanos da América do Sul, sem que disso se apercebam.
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29/07/2007
Urticária

Sou atacado de urticária de cada vez que se "fica a saber" que um determinado "fenómeno" climático, atribuído ao "aquecimento global" foi o mais significativo nos últimos 50 anos.
Das duas uma: ou isto é escrito por idiotas imberbes que suporão ter o mundo começado na véspera do dia em que nasceram ou por "ideólogos" desempregados.
50 anos em história natural equivale a dizer que foi ontem. 100 anos, a dizer que foi na véspera.
Em Inglaterra já não chovia assim há 60 anos. So what?
Quem os manda construir em leito de cheia? O leito de cheia terá sido foi inventado pelo "aquecimento global"?
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26/07/2007
18/06/2007
Das crenças
Também aqui há malta em sarilhos por causa das "crenças" [sublinhado meu].
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The report concludes BBC staff must be more willing to challenge their own beliefs.[Via O Insurgente]
“There is a tendency to 'group think’ with too many staff inhabiting a shared space and comfort zone.”
[...] says coverage of Live 8, the 2005 anti-poverty concerts organised by rock star campaigners Bob Geldof and Bono and writer Richard Curtis, failed to properly debate the issues raised.
During the seminar a senior BBC reporter criticised the corporation for being anti-American.
“Impartiality is no excuse for insipid programming. It allows room for fair-minded, evidence-based judgements by senior journalists and documentary-makers, and for controversial, passionate and polemical arguments by contributors and writers.”
“This report is about looking forward and how we are going to face the challenges of impartiality in the modern world.”
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17/06/2007
77 milhões de toneladas
Parece-me que asneirada de "educação" "centrada no aluno" anda à solta.
Referem, entre outros, os orgãos de comunicação social ...
O leite terá a densidade aproximada da água.
1 litro de água pesará 1 Kg muito aproximadamente.
1 tonelada de água são 1000 litros de água.
77 milhões de toneladas de leite são 77.000.000.000 de litros de leite.
Dividindo 77.000.000.000 po 10.000.000 de portugueses, dá 7.7'00 litros por português, por ano.
Se cada português beber 1 litro de leite por dia, demorará 21 anos a consumir 7.700 litros de leite.
Segundo a notícia, esta será a quantidade de leite que cada português deixará de beber ... por ano. Será o valor do défice de produção, o tal que obrigará a importar leite.
Mas notícia refere que a produção baixou 5%. Logo, para obter a produção total teremos que multiplicar 77 milhões de toneladas por 20, (1/0.05) (0.05 corresponde a 5%), resultando em 1.540.000.000.000 de litros de leite (um bilião, quinhentos e quarenta mil milhões), o que implicaria que cada português, efectivamente, bebesse 154.200 litros de leite por dia (cento e cinquenta e quatro mil e duzentos) - bebesse 154,2 toneladas de leite por dia (cento e cinquenta e quatro toneladas e duzentos quilos de leite por dia).
É impressão minha, ou a burrice anda à solta?
O mais provável é que algum idiota tenha convertido litros directamente em toneladas (1 litro - 1 tonelada - coisa que, na cabeça do gambosino, será o peso de um pacote de leite), agravando o "caso" por um factor de 1000.
Provavelmente a tal quebra de produção será de 77 mil toneladas (o que corresponde a 7,7 litros de leite de défice por ano e por português, num consumo total, médio, de 154 litros de leite por ano e por português - pouco menos de meio litro por dia).
Talvezo Dr Strangelove a Srª DREN queira tomar conta da ocorrência e punir todos os professores de matemática e de física dos idiotas envolvidos.
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Referem, entre outros, os orgãos de comunicação social ...
Agência Financeira... aproximadamente nestes termos ...
TSF
... aquilo que parece ser um disparate tremendo.
A quebra de produção de leite em Portugal está a chegar a níveis «preocupantes» e já não chega para abastecer o mercado interno.
Os resultados da última campanha (que terminou no final de Março) revelam situações preocupantes, com um défice de 77 milhões de toneladas face à quota leiteira nacional, que está equilibrada com o consumo em Portugal.
O leite terá a densidade aproximada da água.
1 litro de água pesará 1 Kg muito aproximadamente.
1 tonelada de água são 1000 litros de água.
77 milhões de toneladas de leite são 77.000.000.000 de litros de leite.
Dividindo 77.000.000.000 po 10.000.000 de portugueses, dá 7.7'00 litros por português, por ano.
Se cada português beber 1 litro de leite por dia, demorará 21 anos a consumir 7.700 litros de leite.
Segundo a notícia, esta será a quantidade de leite que cada português deixará de beber ... por ano. Será o valor do défice de produção, o tal que obrigará a importar leite.
Mas notícia refere que a produção baixou 5%. Logo, para obter a produção total teremos que multiplicar 77 milhões de toneladas por 20, (1/0.05) (0.05 corresponde a 5%), resultando em 1.540.000.000.000 de litros de leite (um bilião, quinhentos e quarenta mil milhões), o que implicaria que cada português, efectivamente, bebesse 154.200 litros de leite por dia (cento e cinquenta e quatro mil e duzentos) - bebesse 154,2 toneladas de leite por dia (cento e cinquenta e quatro toneladas e duzentos quilos de leite por dia).
É impressão minha, ou a burrice anda à solta?
O mais provável é que algum idiota tenha convertido litros directamente em toneladas (1 litro - 1 tonelada - coisa que, na cabeça do gambosino, será o peso de um pacote de leite), agravando o "caso" por um factor de 1000.
Provavelmente a tal quebra de produção será de 77 mil toneladas (o que corresponde a 7,7 litros de leite de défice por ano e por português, num consumo total, médio, de 154 litros de leite por ano e por português - pouco menos de meio litro por dia).
Talvez
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Desceu 300%
Mais um exemplo de resultados da educação "centrada no aluno" ou "centrada nos interesses do aluno".
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04/06/2007
Porrada neles

CAA do Blasfémias, tem razão.
Em Rostok, um grupo de imbecis a que a comunicação social gosta de chamar "manifestantes", "críticos", "contestatários", "inconformistas" e outras idiotices equivalentes, gosta de andar à porrada.
Pois que a polícia lhes dê, com fartura, nos cornos. Só se perderão as que caírem ao lado.
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30/05/2007
Censura a Carvalho da Silva
Acabo de ver uma manobra de censura executada pelos pasquins televisivos cá do burgo em relação às declarações de Carvalho da Silva da CGTP (às 20:15 horas).
Não apoiei a greve, suponho que os números de Carvalho da Silva estarão errados (mais errados que os do governo), mas tem o direito de dizer o que muito bem entender ... e de ser ouvido.
Fazer figura de parvo não é um espectáculo edificante. Mas ele tem esse direito e as TVs o dever de transmitir o que ele terá para dizer.
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Não apoiei a greve, suponho que os números de Carvalho da Silva estarão errados (mais errados que os do governo), mas tem o direito de dizer o que muito bem entender ... e de ser ouvido.
Fazer figura de parvo não é um espectáculo edificante. Mas ele tem esse direito e as TVs o dever de transmitir o que ele terá para dizer.
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19/05/2007
O emprego de Margarida Moreira

Margarida Moreira, directora regional da DREN, investida em
Já um professor de Inglês, que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter feito um comentário – que a directora regional, Margarida Moreira, apelida de insulto – à licenciatura do primeiro-ministro, José Sócrates ("Transcreve-se um comentário jocoso feito por mim, dentro de um gabinete a um "colega" e retirado do anedotário nacional do caso Sócrates/Independente, pinta-se, maldosamente de insulto"- nas palavras do professor).Ao pé disto, aquilo de que é acusado José Sócrates (e que a meu ver tem pouca relevância), é uma brincadeira de catraios.
* "A directora regional não precisa as circunstâncias do comentário, dizendo apenas que se tratou de um "insulto feito no interior da DREN, durante o horário de trabalho". Perante aquilo que considera uma situação "extremamente grave e inaceitável", Margarida Moreira instaurou um processo disciplinar ao professor Fernando Charrua e decretou a sua suspensão. "Os funcionários públicos, que prestam serviços públicos, têm de estar acima de muitas coisas. O sr. primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal", disse a directora regional, que evitou pormenores por o processo se encontrar em segredo disciplinar."
Segundo o jornal Público, o professor em causa declarou ainda:
"Se a moda pega, instigada que está a delação, poderemos ter, a breve trecho, uns milhares de docentes presos políticos e outros tantos de boca calada e de consciência aprisionada, a tentar ensinar aos nossos alunos os valores da democracia, da tolerância, do pluralismo, dos direitos, liberdade e garantias e de outras coisas que, de tão remotas, já nem sabemos o real significado, perante a prática que nos rodeia."Via Educação Cor-de-Rosa.
Actualização:
No blog Abrupto, pode ler-se:
RTP, noticiário das 13 horas: uma pequena peça sobre o processo do professor do Porto que disse uma frase jocosa sobre José Sócrates e foi punido pela zelosa DREN, uma conhecida militante do PS do Porto. A peça estava escrita numa linguagem um pouco confusa e usava um vocabulário bizarro, sempre á volta de um inuendo: o que o professor disse terá sido mais grave do que o que se diz que ele disse. O inuendo é sugestivo, a linguagem rebuscada da peça pode ser apenas incompetência. O que não é incompetência é a frase com que se termina e que aqui reproduzo ipsis verbis: "o professor não quer falar sobre o assunto porque provavelmente já falou demais." Interessante "jornalismo"...... fim de actualização.
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Sérgio Godinho : Arranja-me um emprego.
Tu precisas tanto de amor e de sossego
- Eu preciso dum emprego
Se mo arranjares eu dou-te o que é preciso
- Por exemplo o Paraíso
Ando ao Deus-dará, perdido nestas ruas
Vou ser mais sincero, sinto que ando às arrecuas
Preciso de galgar as escadas do sucesso
E por isso é que eu te peço
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Se meto os pés para dentro, a partir de agora
Eu meto-os para fora
Se dizia o que penso, eu posso estar atento
E pensar para dentro
Se queres que seja duro, muito bem eu serei duro
Se queres que seja doce, serei doce, ai isso juro
Eu quero é ser o tal
E como o tal reconhecido
Assim, digo-te ao ouvido
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Sabendo que as minhas intenções são das mais sérias
Partamos para férias
Mas para ter férias é preciso ter emprego
- Espera aí que eu já lá chego
Agora pensa numa casa com o mar ali ao pé
E nós os dois a brindarmos com rosé
Esqueço-me de tudo com um por-do-sol assim
- Chega aqui ao pé de mim
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
Seriam uns amores
Greves era só das seis e meia às sete
Em frente ao cacetete
Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
Feriado em Abril só no dia dos enganos
Reivindicações quanto baste mas non tropo
- Anda beber mais um copo
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
08/05/2007
Orgia de abutres
O frenesim da comunicação social à volta do desaparecimento da menina do Algarve parece uma orgia de abutres.
Nota: por indicação de um leitor, corrigida a palavra frenesim.
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Nota: por indicação de um leitor, corrigida a palavra frenesim.
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28/04/2007
Incêndios provocados por radiações de telemóvel
Estou com falta de tempo, mas não posso deixar de aqui vir para declarar que as 'notícias' veiculas pela comunicação social, pela SIC em particular, sobre "incêndios provocados pelas radiações de telemóvel" não passam de uma absoluta imbecilidade.
É apenas 'jornalismo' pela sua mais ignorante faceta.
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É apenas 'jornalismo' pela sua mais ignorante faceta.
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10/03/2007
Aquecimento global - CO2

Via Mitos Climáticos, aqui fica uma foto interessante:

Na Argentina, em pleno verão (Fevereiro de 2007), neva abundantemente.
A comunicação social continua a deixar passar em branco tudo aquilo que contradiz a "teoria" dominante.
Os CO2-aquecimentistas, esqueceram-se de vir dizer que o facto abona em favor deles.
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08/03/2007
A Reuters e a "informação"
Não é novo, mas vale a pena ver (chegado por e-mail).
Photo Fraud Changes War Perceptions - Watch a funny movie here
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Photo Fraud Changes War Perceptions - Watch a funny movie here
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23/02/2007
Duas bostas


Dois belos pedaços de lixo:
1 . Fahrenheit 9/11O último é hoje distribuído (vendido) pelo Diário de Notícias.
2 - Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth)
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21/02/2007
"Os Estados Unidos têm planos para ..."
As televisões nacionais, embandeiraram ontem em arco e balão.
O título da "notícia" rezava que, os Estados Unidos já teriam planos para atacar o Irão.
Logo de seguida, davam a notícia como sendo uma meta-notícia: era a BBC que dizia que os Estados Unidos já teriam planos para atacar o Irão.
Um pouco mais tarde, em rodapé, aparecia escrito que a BBC "alegava". Bom, dir-se ia que a notícia afinal abordava as alegações da BBC. Mas não.
A asneirada continuava:
- Segundo informa a BBC Estados Unidos já terão planos para atacar o Irão.
Qualquer potencia militar que se preze mantém em permanência planos actualizados para atacar tudo e todos, até as Berlengas. O uso da palavra "já" é fulcral porque pretende dar a entender que eles teriam acabado os planos no dia anterior, sabe-se lá, talvez da parte da tarde.
- Os Estados Unidos atacarão infra-estruturas e bases militares.
Que quereriam que, nessa eventualidade, eles atacassem? O deserto como tal?
...
Rematavam finalmente com uma declaração de George Bush referindo que não têm planos para atacar o Irão. Percebe-se então que se trata apenas de uma manobra para chamar mentiroso ao presidente americano. Evidentemente que as duas coisas podem ser verdade, cada qual no respectivo contexto.
Enfim, baboseiras de jornalismo de causas.
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O título da "notícia" rezava que, os Estados Unidos já teriam planos para atacar o Irão.
Logo de seguida, davam a notícia como sendo uma meta-notícia: era a BBC que dizia que os Estados Unidos já teriam planos para atacar o Irão.
Um pouco mais tarde, em rodapé, aparecia escrito que a BBC "alegava". Bom, dir-se ia que a notícia afinal abordava as alegações da BBC. Mas não.
A asneirada continuava:
- Segundo informa a BBC Estados Unidos já terão planos para atacar o Irão.
Qualquer potencia militar que se preze mantém em permanência planos actualizados para atacar tudo e todos, até as Berlengas. O uso da palavra "já" é fulcral porque pretende dar a entender que eles teriam acabado os planos no dia anterior, sabe-se lá, talvez da parte da tarde.
- Os Estados Unidos atacarão infra-estruturas e bases militares.
Que quereriam que, nessa eventualidade, eles atacassem? O deserto como tal?
...
Rematavam finalmente com uma declaração de George Bush referindo que não têm planos para atacar o Irão. Percebe-se então que se trata apenas de uma manobra para chamar mentiroso ao presidente americano. Evidentemente que as duas coisas podem ser verdade, cada qual no respectivo contexto.
Enfim, baboseiras de jornalismo de causas.
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