Mostrar mensagens com a etiqueta Maomé. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maomé. Mostrar todas as mensagens

26/10/2006

Jack Straw seu opressor!



(Via O Insurgente)

Tomo a liberdade de para aqui transcrever um comentário de Elizabete Dias a uma observação minha (que pode ser procurada aqui):

Sim, Range o Dente. Por baixo do chador, as mulheres vestem-se à ocidental, usam lingerie, etc, etc.

Mas cito exemplos que já deves conhecer: na Arábia Saudita, nas famílias mais ricas, há o hábito de afogar a jovem ou a mulher desonrada na piscina da família.
Na Palestina as jovens sofrem acidentes estranhos, que envolvem queimaduras fatais de 3º grau ou envenenamentos. Na Turquia rural, as jovens são fechadas num quarto durante dias a fio, com uma arma ou um copo com veneno - o suicídio não vai levantar suspeitas na polícia.

E estas mulheres que vemos na foto e que vivem no Ocidente , protegidas pelas nossas leis, recusam-se a discutir ou a denunciar seja o que for…

Mas nós não nos calamos!

Chapéu tirado!

.

10/10/2006

França: jovem apedrejada

Em Lyon, França, uma jovem foi apedrejada por ter comido durante o Ramadão.

Se isto se tivesse passado nos Estados Unidos, os pacóvios das TVs nacionais já estariam histéricos.

Via No Pasarán.
.

09/10/2006

Mais uma polémica com os do costume

No Correio da Manhã, Via O Insurgente.

Um deputado inglês quis falar normalmente, cara a cara. Abriu mais uma polémica com os do costume.

Jack Straw foi ministro do Interior de Tony Blair e é deputado por Blackburn, uma cidade do noroeste de Inglaterra com quase um terço de população muçulmana. Straw, como é hábito nos deputados britânicos, recebe regularmente os seus eleitores numa espécie de consultório de cidadania. Ouve as queixas, dá sugestões.

Esta semana, ele escreveu um texto no jornal local ‘Lancashire Telegraph’ sobre uma das coisas que lhe sucedem no consultório. Tudo começou, conta ele, quando uma mulher muçulmana, acompanhada do marido, lhe disse: “Tenho muito prazer em falar consigo face a face.” A frase ficou a roer-lhe lá dentro por causa da carga irónica. A mulher usava o ‘nicab’, o mais rigoroso dos lenços islâmicos. Não só todo o corpo estava coberto, como os cabelos, o pescoço e a cara – com a excepção de um fio fino que deixava adivinhar os olhos –, tudo era pano. Um face a face demasiado relativo, pois.

Então, de cada vez que passou a receber outra mulher de ‘nicab’, Jack Straw armava-se de uma prudência e de uma ousadia. A prudência era pedir a uma colega do gabinete do seu partido para assistir à conversa. A ousadia era pedir à eleitora para tirar o muro, a fronteira, o lenço que estava entre eles, para poderem falar face a face. Mas nunca pedia sem antes sublinhar que se ela quisesse ficar com o lenço, assim seria.

Straw servia-se de uma imagem para justificar o seu pedido. Ele estava ali no seu gabinete, ela tinha ido ter com ele, para uma conversa pessoal, directa, frente-a-frente. Numa conversa não só as palavras dizem, mas a boca, o sorriso ou a angústia que marca a cara, os olhos que brilham ou não. Enfim, para falar só com palavras, tinha-se inventado o telefone. Para conversar, essa invenção era muito mais antiga, acontecera quando dois seres humanos confiaram um no outro. “Numa conversa pode ver-se o que outro quer dizer e não só ouvir o que diz”, palavras de Straw, no artigo do ‘Lancashire Telegraph’.

Desde há um ano, o deputado fez sempre esse pedido e de todas as vezes nenhuma muçulmana – nenhuma! – recusou. Por isso ele decidiu dar outro passo, o artigo no jornal. Uma opinião calma a pedir um debate sobre um assunto, o ‘nicab’, que Straw considera “uma declaração visível de separação e de diferença”. Não são os políticos para isso, para discutir com a intenção de resolver, os problemas públicos?

Pois saiu mais uma polémica para a mesa do canto onde estão os mesmos de sempre. Se ele não são os desenhos de Maomé é o discurso do Papa, agora é Jack Straw: “As mulheres têm o direito de usar o lenço e estas afirmações [de Straw] constituem um novo exemplo de insulto aos muçulmanos”, disse Reefat Bravu, do Conselho Britânico Muçulmano. Insulto? É estranho que esse insulto tenha sido tornado público pelo próprio ‘insultador’ e as ‘insultadas’ – no entanto, tão ciosas de mostrar os seus direitos – nunca tenham dito nada.

Isso não impediu que alguns colegas de partido de Jack Straw se tivessem distanciado da sua corajosa posição. Estes, politicamente correctos, são adeptos da delicadinha maneira de tratar os muçulmanos: ‘Não digam nada sobre o Islão! Eles zangam-se...’ Como se isso não fosse o maior do insultos.

Ferreira Fernandes, Jornalista

20/09/2006

11/09/2006

5 anos



.

05/09/2006

Informação livre


Mullah Dadullah
"From today, I want to tell journalists that if in future they use wrong information from coalition forces or NATO we will target those journalists and media," Dadullah said. "We have the Islamic right to kill these journalists and media."
A Reuters resolverá isso. Contratará "jornalistas" locais e estará o caso arrumado: teremos "informação" ... e as TVs encher-se-ão dela, para gáudio do PC, do Bloco de Esquerda e dos europeus em geral.

Tudo o que correr mal será culpa dos americanos, de Bush em particular, e dos israelitas.


Via O Insurgente

.

01/09/2006

Crianças mártir



É com os que foram assim educados que a Europa diz que é possível dialogar?

Depois digam que é em Israel que está o fulcro do terrorismo.

.

18/08/2006

A Europa e a paz no Médio Oriente

[Re-actualizado]

A França vai enviar 30.000 300 200 2.000 soldados para o Líbano. A Alemanha diz que não envia soldados, mas barcos.

Está mesmo a ver-se que, pela mão da “Europa”, a paz no Médio Oriente se vai finalmente instalar.

.

Líbano - Entervista com Brigitte Gabriel




Via Blasfémias

Crianças II - Carne para canhão



Via O Insurgente

.

Crianças - carne para canhão



Via O Insurgente

.

Quando um europeu descobre a verdade



Via O Insurgente

08/08/2006

É por aqui que o terror se perpetua



Nas "escolas" onde andam, aprendem a soletrar o terror.

Quando forem adultos, votam (quendo podem) em quem? Seguem quem? Têm ódio a quem?

Como ensinarão os seus filhos?

.

05/08/2006

De onde vem o terror?



.

Os valores do Jumento

Reza assim O Jumento (com comentários intercalados meus):
A guerra lançada por Israel contra o Hezbollah, bem como contra todos os libaneses não identificados ou que não obedeçam à mais pequena ordem do Tsahal ...
No Líbano, como em qualquer outro local, é inimigo quem se afastar, minimamente das posições do Hezbollah. No Líbano, como noutro local qualquer, é inimigo a abater quem não estiver com o Hezbollah.

Transformando o Líbano num paiol, o Hesbollad ataca dois inimigos: Israel, como se sabe, e aqueles que tiveram a lata de expulsar os Sírios: os libaneses – o inimigo principal do Hezbollah (nesta caso).

Esta forma de estar no planeta Terra, tem ainda outra vantagem: coloca Israel perante o dilema de acabar por provocar inúmeras vítimas entre aqueles que se afastaram das posições da Síria e do Hezbollah.

Para o Hezbollah, é alvo a abater (“com a ajuda de Alá”) todo e qualquer que se afaste das suas posições.
....saldou-se até ao momento por uma estrondosa derrota.

Uma derrota porque acabou a imagem de invencibilidade do Tsahal, porque a Mossad revelou-se ineficaz, porque as forças armadas de Israel têm evidenciado um desrespeito pela condição humana que no Ocidente e desde a Guerra Mundial só tínhamos assistido na Bósnia e porque Israel conseguiu transformar aquilo a que chamava um movimento terrorista na resistência do Líbano e unir a maioria dos libaneses no apoio ao Hezbollah.
Para o Hesbollad, quanto mais libaneses morrerem maior será aquilo que eles pensam ser a sua vitória. Não é assim para a generalidade do resto do mundo ocidental, cuja condição o Jumento diz defender, mas é assim para eles, e também para o Jumento. E quem, no terreno ousa dizer que não está com o Hezbollah?

Quanto à reclamada incapacidade do Tsahal, quem diria que a acção era desproporcionada! Há uma semana era um dado aquirido.
Defender que teve autorização internacional para a guerra, que por aquilo que temos visto significa autorização para matar, é puro cinismo ...
Cinismo é pretender que a guerra não implique autorização para matar. Esse problema não se põe para o Jumento, em relação ao Hezbollah.
... como também o foi dizer que o posto de observação da ONU foi atingido por engano ao mesmo tempo que o governo israelita tudo faz para fazer de conta que a ONU não existe.
A ONU, como vai na cabeça do Jumento, não existe, muito embora esteja a fazer um esforço tremendo para existir. Nos ataques de Israel cometem-se enganos, porque são a excepção. Nos ataques do Hezbollah não há engano: por um lado a ONU é uma ferramenta de guerra, por outro, a meta é matar, matar, matar. Quanto mais se matar mais virgens se alcançam.
E tudo serve na sua estratégia de terror, desde matar militares da ONU a destruir edifícios civis em série com o argumento da utilização por terroristas, o que nos levaria a concluir que o Hezbollah tem mais bases do que as formas armadas dos EUA.
E os rockets surgem de onde? Onde há rocket há uma posição militar. Que queria o Jumento? Que os israelitas fizessem saltar, de para-quedas, uma assistentes sociais em cada posto de artilharia do Hezbollah, para convencer os “civis” que manuseiam cada lança-rocket a deslocarem-se para zonas não habitadas?
O que Israel pretendia era lançar uma guerra em grande escala no Médio Oriente agora que se sente fortalecido militarmente e que conta com o apoio incondicional com um governo americano que é do pior que este país poderia ter, ...
O que irrita o Jumento é que Israel conta agora, também, com o apoio tácito da Comunidade Europeia, que já não consegue esconder que (finalmente) percebeu que a guerra do Hezbollah é uma guerra contra o modo de vida ocidental (que o jumento diz defender).
... muito embora agora quase deseje a vinda de uma força internacional para proteger uma fronteira que nunca o será enquanto Israel optar por resolver os problemas recorrendo à lei da bala.
Essa é uma das grandes vitórias de Israel.

A Europa, já incapaz de condenar liminarmente (como no passado) a acção de Israel, escudou-se inicialmente no disparate da desproporcionalidade do ataque israelita. Israel aproveitou a brecha que a política europeia abriu (a desproporcionalidade – Israel lutando contra forças fracas) para concordar com o envio de tropas internacionais. Entretanto a Europa foi percebendo que aquilo é uma guerra a sério (pouco “desproporcional”) procura agora milhentas formas para escapar ao destino a que a sua precipitada reacção lhe reservava: guerrear o Hezbollah.

Os Israelitas dizem que apoiam a força, mas já sabem que, na melhor hipótese, ela só se posicionará no terreno depois de Israel fazer o trabalho difícil. Qual o país europeu, “multilateralista” capaz de suportar baixas próprias?

E convém lembrar que a história recente tem demonstrado que, quando as coisas aquecem, a ONU é a primeira a dar à sola. Não o fez presentemente no caso do Líbano, mas devia ter feito, porque é isso que faz melhor. A coisa aqueceu no Afeganistão, e a Nato (grosso modo os EUA) tomou o comando.
Sempre fui defensor da existência do estado de Israel, mas neste momento tenho que dizer que acima de um estado de Israel estão os meus valores civilizacionais, entre o estado de Israel e a defesa de valores como o do direito à vida não terei quaisquer dúvidas em optar.
Já se esperava ao que conduziriam esses “valores” civilizacionais do Jumento: Israel não tem direito à vida.
É esta escolha que Israel me está obrigando a fazer, entre a barbárie como solução para serem alcançados os objectivos de um país e os valores dados como adquiridos no Ocidente. O facto de Israel ser vítima do terrorismo não significa que não o avaliemos segundo os mesmos padrões civilizacionais que nos levam a condenar o terrorismo.
Este último parágrafo espelha perfeitamente todo o anterior aberrante e absurdo discurso do Jumento.

.

02/08/2006

Reticências

Em relação à força internacional a colocar no sul do Líbano, já se percebeu que os paranóicos do costume a vão considerer uma força de ocupação. [Via O Insurgente. ]

.