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MentirasNo Desesperada Esperança:
George W. BushNo Causa Nossa:
Sobre Jerónimo
O beco sem saída judicial
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Comentários a "dados adquiridos" - Especialista em gambosinos. // "Short time gain long time pain!" - Edmund S. Phelps

MentirasNo Desesperada Esperança:
George W. BushNo Causa Nossa:
Sobre Jerónimo
O beco sem saída judicial
Investigação reforça suspeitas de voos secretos
Uma investigação do Conselho da europa reforçou as suspeitas da existência de voos da CIA para transportar presumíveis terroristas que terão sido detidos e levados para outros países.
Segundo precisou Dick Martin, encarregue da investigação do Conselho da Europa sobre a detenção de presumíveis terroristas islamitas na Europa pela CIA, «processos judiciais em curso em alguns países parecem mostrar que pessoas foram presas e transportadas para outros países sem respeitar qualquer norma de assistência judicial».
Dick Martin adiantou que os elementos recolhidos até ao momento permitem «reforçar a credibilidade das alegações referente ao transporte e detenção temporária de pessoas, à margem de qualquer processo judicial».
«É inevitável constatar que as alegações nunca foram formalmente desmentidas pelos EUA», apontou Martin, acusando também a «ausência de informação e de explicações sobre este assunto» pela secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, na recente viagem que afectou à Europa.
Neste âmbito, o Conselho da Europa pede com insistência a todos os Governos dos Estados-membros para se «comprometerem plenamente na investigação da verdade sobre voos dos respectivos territórios por aviões que tenham nestes últimos anos transportado pessoas detidas e presos à margem de qualquer processo judicial».
Entretanto, os eurodeputados do Parlamento Europeu (PE) deverão chegar quarta-feira a acordo sobre a constituição de uma comissão temporária para esclarecer os alegados voos e prisões secretas da CIA em vários países da Europa, incluindo Portugal.
"Por favor, aguarde. Atenderemos a sua chamada tão breve quanto possível"Suponho que contém um substancial erro de português. Suponho que deveria dizer “brevemente” em vez de “breve”. Suponho que se lhe deve aplicar um advérbio de modo (brevemente) e não um adjectivo (breve). Ou não será assim?



... não houve reciclagem oportuna das nossas empresas.Quando uma empresa não se recicla, é suposto ir às urtigas. Em Portugal, demora muito tempo. A morte de uma empresa é um processo tão tortuoso que arrasta para o calvário todos o que a ela estiverem ligados. Se ela morresse mais facilmente, quem nela trabalhasse poderia fazer-se à vida ainda num estado psicológico aceitável e sem numa situação financeira não catastrófica. Por via da ‘morte lenta’ já só o faz em desespero de causa.
... em virtude dos baixos salários [na China] ...Quanto ao problema da China, Mário Soares compreende o problema mas foge-lhe. Que fazer? Impor taxas alfandegárias à entrada de produtos chineses para colmatar a concorrência desleal face à falta de garantias sociais chinesas? Não pode ser porque, por um lado, Mário Soares poderia ser acusado de pretender boicotar o desenvolvimento do terceiro mundo. Por outro, porque Mário Soares sabe que a China só importa tecnologia europeia caso a Europa lhes abra as alfândegas. Ontem, aliás, foi noticiada a compra, pela China, de 150 aviões Airbus. Essa tecnologia, sendo maioritariamente europeia, não é portuguesa.
."We know we have to deal with the world as it is. But we do not have to accept the world as it is. Imagine where we would be today if the braves founders of French liberty or of American liberty had simply been content with the world as it was. They knew that history does not just happen; it is made. History is made by men and women of conviction, of commitment and courage who will not let their dreams be denied."
(Tradução)
"Sabemos que temos que nos haver com o mundo tal como ele é. Mas não o temos que o aceitar como ele é. Imaginem onde estaríamos hoje se os bravos fundadores da liberdade francesa ou da liberdade americana se tivessem dados por satisfeitos com o mundo tal com era. Eles sabiam que a história não acontece simplesmente; ela é feita. A história é feita por homens e mulheres de convicção, de empenho e coragem, que não deixam que os seus sonhos sejam negados.”
Uma exposição sobre Darwin vai abrir em Nova Iorque. O objectivo é defender a teoria da evolução elaborada pelo cientista há 150 anos e que continua a ser rejeitada por largas camadas da sociedade americana.Já que a jornalista (suponho que também esta fase inicial da peça seja da autoria de a jornalista) se imbui em educadora da classe operária, podia ter esclarecido que, qualquer católico que siga a Bíblia à risca, terá que rejeitar necessariamente a teoria de Darwin porque esta transforma implicitamente numa falsidade tudo o que a Bíblia defende neste campo. No entanto, na Europa como nos Estados Unidos, a percentagem de pessoas que segue por essa via é residual. Aliás, muito menos residual na Europa como nos Estados Unidos é a percentagem de pessoas que desconhecem tanto a teoria como o dogma e esse assunto escapa à jornalista.
Em 1850, Charles Darwin publicou ‘A Origem das Espécies’. A sua teoria postula que toda a vida evolui graças a um mecanismo de selecção natural e está em constante mudança.Um entrevistado intervém:
Numa exposição que levou 3 anos a preparar os visitantes podem acompanhar a própria evolução dos estudos e da teoria de Darwin, depois da sua visita às ilhas Galápagos.
The theory of evolution by natural selection, Darwin’s theory, is only a theory. I would say that it’s a theory that is testable in many ways, is based on observations. A huge wealth of material has been gathered over the 150 years since it was published.A jornalista entrega-se agora, de viva voz, ao exercício do disparate absoluto:
(Tradução)
A teoria da evolução por selecção natural, a teoria de Darwin, é apenas uma teoria. Eu diria que é uma teoria, baseada em observações, testável de muitas maneiras. Uma vasta riqueza de materiais tem sido recolhida desde que a teoria foi publicada, há 150 anos.
Mas a contestação continua. Alguns consideram a teoria da evolução insuficiente por não explicar toda a complexidade da origem da vida.Isto pode ser dito sobre toda e qualquer matéria científica. As únicas teorias que explicam tudo e mais alguma coisa são as explicitadas, por exemplo, na Bíblia. Para fundamentar o disparate a jornalista referiu a insuficiência, em abrangência, da teoria da evolução, para lhe lançar uma mancha que lhe permitirá projectar-se para o mundo do absurdo, continuando:
Nos Estados Unidos há mesmo estados que recusam ensiná-la nas escolas. Na Pensilvânia, por exemplo, prefere-se o criacionismo, que se baseia literalmente na descrição bíblica da criação do mundo.Se a peça acabasse aqui eu diria que a jornalista estaria a propagandear o criacionismo. Entretanto, a história da Pensilvânia é falsa.
Darwin’s theory of evolution is the only scientific explanation for the diversity of life on earth, as we know it today. These other theories are reactions, social non-scientific reactions.Na eminência de que este último depoimento pudesse pôr em causa toda a manobra de propaganda, a jornalista apressa-se a abafar o esclarecimento prestado pelo entrevistado.
(Tradução)
A teoria da evolução de Darwin é a única explicação científica para a diversidade da vida tal como a conhecemos hoje na Terra. Essas outras teorias são reacções, reacções sociais não científicas.
... e continua a jornalista à carga:P’ra mentira ser segura
E atingir profundidade
Tem que trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.
A mostra também inclui a controvérsia, tentando esclarecer os hesitantes.Esta frase é lapidar. Parece dela saltitar: “mas a mostra jamais conseguirá esclarecer os estúpidos dos americanos, de tal forma que, até na exposição o criacionismo está presente”.
A exposição abre sábado, dia 19, em Nova Iorque. É já uma antecipação das comemorações do nascimento de Darwin em 2009.----
Uma exposição sobre Darwin vai abrir em Nova Iorque.Tudo o resto, ou é pura propaganda, ou depoimentos resultantes de perguntas que pretendem levar os especialistas a falar do criacionismo por forma a dar “um cunho científico” à “luta” entre evolucionismo e criacionismo.
Em 1850, Charles Darwin publicou A Origem das Espécies. A sua teoria postula que toda a vida evolui graças a um mecanismo de selecção natural e está em constante mudança.
Numa exposição que levou 3 anos a preparar os visitantes podem acompanhar a própria evolução dos estudos e da teoria de Darwin, depois da sua visita às ilhas Galápagos.
The theory of evolution by natural selection, Darwin’s theory, is only a theory. I would say that it’s a theory that is testable in many ways, is based on observations. A huge wealth of material has been gathered over the 150 years since it was published.
(tradução)
A teoria da evolução por selecção natural, a teoria de Darwin, é apenas uma teoria. Eu diria que é uma teoria, baseada em observações, testável de muitas maneiras. Uma vasta riqueza de materiais tem sido recolhida desde que a teoria foi publicada, há 150 anos.
A exposição abre sábado, dia 19, em Nova Iorque. É já uma antecipação das comemorações do nascimento de Darwin em 2009.
A histeria sobre os voos e aterragens de aviões da CIA na Europa começa a dar os primeiros frutos (neste caso bolas encestadas).
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“... um PR deve conhecer 'Os Lusíadas' “... e também o teorema de Pitágoras, e a lei de Ohm.

«É o que está à vista. Portanto, temos de lutar pelo nosso, que é mais antigo e que é mais substantivo e que não é o de uma Europa de comerciantes mas sim um projecto político, económico, financeiro e social. Tudo coisas que a Grã-Bretanha não quer admitir e está a tentar diluir»Não se percebe onde é que Freitas do Amaral vê algo de errado com a conduta dos ingleses. “Nós” lutamos para sacar o graveto à Comunidade. Os Ingleses lutam para não lho entregarem. Em que é que a nossa “perspectiva” do assunto nos dá uma idoneidade especial face aos ingleses?


Gostava de saber que casal ocidental era capaz de aguentar um almoço com outro casal em que a respectiva mulher tivesse de ficar na mesa ao lado para não haver misturas.Tenham medo, tenham muito medo da série de ideias ultra-politicamente correctas do pomposamente chamado Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas (eu a pensar que num mundo "multicultural" não havia "minorias étnicas"), expostas no estilo da Raposinha do Aquilino, "com muita treta", no Programa "Diga lá Excelência" e reproduzidas no Público de hoje. Aqui vai uma pobre amostra do discurso cheio de certezas do Alto-Comissário:
Só nós:
"A Europa está a viver um tempo triste em que se está a fechar numa concha, erguendo muros e barreiras à sua volta. A opinião pública espanhola ra das poucas que se mantinham abertas, agora restamos praticamente só nós, os portugueses."
Onde estão "talheres" coloquem coisas como o estado de direito, a democracia, valores civilizacionais como a igualdade das mulheres e dos homens, repúdio da violência "cultural" (excisão do clitoris, etc.):
"Quando eu convido alguém para almoçar comigo não é normal que eu exija que todos comam com talheres?
Não é obrigatório. Eu acho possível sentar à mesma mesa pessoas com registos culturais, históricos e eligiosos completamente diferentes.
Com pratos diferentes, instrumentos diferentes?
Exactamente. Em contexto global, é isso mesmo que temos que fazer. O grande perigo que corremos é querer que toda a humanidade se sente à nossa mesa comendo com os nossos talheres e com a nossa culinária."
Preconceitos:
"Vamos então a um caso concreto. Defende escolas só para algumas comunidades imigrantes, com currículos especiais?
Não, a interculturalidade não é isso. Isso são versões suaves de multiculturalismo, versões de segregação, de separação de diferentes comunidades.
Mas parece que a escola portuguesa não interessa muito aos filhos dos imigrantes...
É um preconceito.
O insucesso escolar nestas comunidades é um preconceito?
Mas o insucesso escolar não tem que ver com o interesse na escola portuguesa. Temos
todos a ganhar com a aceitação da diversidade. De ver a realidade a partir do ponto de vista do outro."
As certezas enfatuadas e o tom dogmático eram tão evidentes que até os jornalistas habitualmente calmos estavam irritados.----


Ajdrubal 25%
Cavaco - 23%
Soares - 18%
Alegre - 16.9%
Louçã - 8.8%
Jerónimo - 8.3%








Nós e Israel
O incitamento a varrer Israel do mapa mostra que o actual Presidente do
Irão ou é fanático, ou é estúpido, ou é simultaneamente fanático e estúpido.
Inclino-me para a terceira hipótese.
Admito que estas declarações serão predominantemente para consumo interno,
mas isso não nos dá o direito de subestimá-las.
Por isso, também eu pergunto: porque se calou o Governo portguês?

Um sindicato da policia francesa já pediu ao governo francês que imponha o recolher obrigatório nas áreas mais atingidas pela violência que peça a intervenção do exército para ajuda a controlar as multidões.
Estou surpreso por não ter ainda ouvir alguém alvitrar que os tumultos serão obra da CIA.
[Afinal Não. Este mânfio (pelo menos) já teve essa ideia.]
Os Estados Unidos da América ainda vão acabar por ter que deslocar tropas do Iraque para acudir aos franceses ... :-))
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Soares viola lei eleitoral Pela segunda vez em oito meses, Mário Soares violou aAposto que, se fosse Santana Lopes, a comunicação social entrava em esteria e, durante 15 dias não falava de outra coisa.
lei eleitoral ao ter defendido ontem a vitória do seu filho, João Soares, nas
eleições para a Câmara de Sintra.

Bloco de Esquerda e a política dos fogos
Medidas que, com toda a certeza, seriam subscritas pelo Bloco de Esquerda para acabar com
os incêndios:
1.
Despenalização imediata dos incêndios: até porque há tantos, não se conseguem evitar e nada será conseguido com a aplicação de medidas persecutórias e sancionatórias!
2.
Como os coitadinhos dos incendiários são doentes, socialmente marginalizados e, como todos os demais delinquentes, são vítimas indefesas e inocentes do capitalismo, por isso, devem ser tratados como tal: é preciso criar zonas específicas para poderem incendiar à vontade. Nas "Casas de Incêndio" serão fornecidos fósforos, isqueiros e alguma mata.
Sob a
supervisão do pessoal habilitado e pago com o dinheiro dos contribuintes, estas vítimas poderão lutar contra esse flagelo autodestrutivo pessoal.
3.
Fazer uma terapia baseada nos "Doze Passos", em que o doente possa evoluír do incêndio florestal à sardinhada. O pirómano irá deixando progressivamente o vício: da floresta à mata, da mata ao arbusto, do arbusto à fogueira, da fogueira à lareira, da lareira ao barbecue até finalmente chegar à sardinhada do Santo António e do São João.
4.
Quando o pirómano se sentir feliz a acender a vela perfumada em casa, ser-lhe-á dada
alta, iniciará a sua reintegração social e perderá o seu subsídio de incendiário, passando a auferir uma pensão a título de compensação pelo sofrimento de que foi vítima.
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