
Alguns desses parvalhões, entre os quais dirigentes europeus, apressaram-se a pedir desculpa!!!


Que dirão agora, face a isto?
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"A ciência convida-nos a pensar, e não aceita autoridades arbitrárias nem tradições acríticas; por isso, quando a ciência determina que os objectos mais pesados não caem mais depressa, ninguém anda de pistola na mão a prender e matar ou excomungar quem não acredita nesta ideia. A força da verdade é suficiente."Não estou certo que, a propósito das caricaturas, não ande alguém, de pistola na mão, a prender e a matar ou excomungar quem quer que defenda, ou acredite na ideia em causa, o que implica que a força da verdade seja incómoda. De outra forma, não sendo verdade, bastaria dar pouca importância ao assunto.



No Mitos Climáticos:
Neva em QuiotoNo No Pasaran:

"Jack, juras continuar a lutar pelas nossas vantagens
sociais?"
"Direitos sociais, direitos sociais"

Deixa lá
Quem se demitir, mesmo no seu simples papel de cidadão anónimo, acabará por poder vir a ser vítima do seu próprio “deixa lá”. Este é um esforço individual e colectivo e não apenas do Governo. Ou vamos esperar que venha alguém para pôr termo a esta bagunça? Se, nos nossos papéis, optarmos pelo “faz de conta” ou pelo “deixa andar”…
O nosso filho, ainda pequeno, porta-se mal e nós não conseguimos educá-lo? Atenuamos a nossa mágoa, com o desabafo: “Deixa lá, quando for crescido vai aprender com a vida”. Depois, já adolescente, aliando a rebeldia com a má educação, voltamos a repetir, perante a nossa impotência em exigir dele comportamentos e hábitos adequados, quer seja de comportamento, de estudo, de educação, etc: “Deixa lá, na escola vai aprender a ser educado e respeitador”. Mais adiante, diremos que será (era, quando ela foi, de facto, uma “escola de homens”) a tropa que fará dele um homem. E se mesmo assim continuar a portar-se mal, diremos que será o “patrão” e pô-lo na linha. Nalguns casos, ficaremos até à espera que seja o casamento que fará dele um homem ou, na outra situação, uma mulher.
Concluiremos, assim, que nas várias fases da educação e da socialização do ser humano e perante a nossa inabilidade ou comportamentos do “deixa andar e não te rales”, acabamos por optar pela atitude do “deixa lá”. Ficamos, assim, à espera que sejam os outros a desempenharem os nossos deveres e obrigações, substituindo-nos nas nossas funções de educadores perante os nossos educandos.
Na sociedade e face a situações de falta de civismo, reagimos: “não há ninguém que faça nada contra isto?”. Arranjamos um ‘bode expiatório’, podendo subir até ao “Governo” ou mesmo até ao Presidente da República, em vez de agirmos e “denunciarmos”, mesmo que seja com uma simples palavra de reparo ou de crítica. O nosso comodismo, leva-nos a, mais uma vez, desabafarmos: “Deixa lá, um dia vai pagar os erros”. Na vida comercial, se formos mal atendidos, por exemplo, ao balcão ou pelo telefone, voltamos a refugiar-nos no nosso comodismo e: “deixa lá, nunca mais cá volto ou compro este bem ou serviço”. Em vez de exigirmos os nossos direitos e denunciarmos as situações incorrectas, corrigindo, assim, os erros dos diversos agentes e cidadãos, “calamos e consentimos”, este outro típico comportamento português.
Mesmo nas instituições, sejam empresas ou outro tipo de organismos, também aí e perante comportamentos de falta de apego ao trabalho, da falta de ética, de comportamentos incorrectos ou mesmo de “real dolo ou prejuízo”, intencional ou por desleixo e omissão, também mais uma vez, dizemos: “deixa lá, pode ser que venha a ser punido”. Ou então, quando a empresa falir, vai conhecer também os “amargos” dos seus comportamentos, consolo de refúgio que encontramos perante a nossa incapacidade para “educar” os maus trabalhadores. Depois, vemos, por esse país fora, muitos trabalhadores a gritarem, porque lhes vai faltar o rendimento de trabalho e, com ele, as suas vidas e das suas famílias, podem atingir situações de verdadeiros dramas. Culpam o “patrão”, mas não olham em redor para, dentre o grupo de colegas trabalhadores, encontrarem alguns deles, qual Judas que traiu Cristo, que contribuíram, com as suas atitudes e os seus comportamentos, para a falência ou para a deslocalização da empresa, para países onde a “mão-de-obra” é mais aplicada e não apenas mais barata do que a nossa. Assim, não evoluímos e não contribuímos para que, também na vida económica, se separe o trigo do joio”.
Os cidadãos mais conscientes e lúcidos, dizem que a sociedade e as suas instituições estão em crise. Os mais optimistas, contrapõem dizendo que sempre foi assim e mesmo no “caos social” a sociedade evoluiu. Não creio que tenham razão, mas, num país pluralista, teremos que aceitar as suas teses. Contudo, verificamos que alguns países evoluem (muito) mais do que nós, portugueses. Por que será?
Os professores, por estarem quase permanentemente em conflito com tudo e com todos, desde há cerca de trinta anos, esquecendo aqueles que são a sua razão de existirem — os alunos, queixam-se de que estes vêm mal-educados das famílias e os educadores (pais) queixam dos “mestres” que se demitem também dos seus papéis de formadores e de educadores. De parte a parte, as acusações crescem e a vida de algumas escolas é um autêntico inferno. Muitos, pensarão ou dirão: “esforçar-me eu?” Deixa lá que alguém virá atrás e fechará a porta mas, tipo bola de neve, que na minha opinião, pessimista, o problema vai crescendo, e a nossa sociedade anda já à deriva e à espera do surgimento de líderes (não esperemos por um qualquer D. Sebastião) e que conduzam este barco para bons portos. Mas, acima de tudo, precisamos de pessoas que não se demitam dos seus deveres e das suas obrigações e reivindiquem também pelos seus direitos. Como cidadãos, pais, educadores, professores, dirigentes, colegas, polícias, juízes, etc., temos o dever de exigir aos outros atitudes e comportamentos adequados, se pretendemos evoluir, como país e possamos melhorar a nossa qualidade de vida em sociedade. Quem se demitir, mesmo no seu simples papel de cidadão anónimo, acabará poder vir a ser vítima do seu próprio “deixa lá”. Este é um esforço individual e colectivo e não apenas do Governo. Ou vamos esperar que venha alguém para pôr termo a esta bagunça? Se, nos nossos papéis, optarmos pelo “faz de conta” ou pelo “deixa andar”, será muito cómodo, mas se não estivesse em causa a nossa própria sobrevivência como povo e como nação independente.
SERAFIM MARQUES
Economista


Os direitos do estado e os nossos
Excerto:
Mesmo que não houvesse uma intenção perversa, há certamente grave negligência. Dá trabalho e exige profissionalismo fazer investigação usando os recursos tradicionais, logo usam-se as escutas indiscriminadamente porque é mais fácil. A negligência que já existia na investigação tradicional emigra para as escutas. Estas, mesmo em processos em que seria legítimo serem usadas, são muitas vezes feitas de tal maneira descuidada que acabam por ser anuladas como meio de prova. Tudo vive do puro facilitismo - dá-se-lhes a bomba de neutrões e eles, em vez de usarem uma vulgar granada ofensiva, matam tudo à volta, usando a bomba e não a granada. É como matar os peixes a dinamite, para apanhar um, morre o rio ou o lago inteiro.
1 – Não haveria resposta e negariam ter recebido a reclamação..
2 – Confirmariam a recepção da reclamação, mas nunca responderiam.
3 – Responderiam 2 anos depois, dizendo que não teriam percebido.
4 – Responderiam 2 anos depois mas informando que nenhuma alteração seria feita pois tratar-se-ia apenas de “gramática moderna”.
5 – Responderiam 2 anos depois dizendo que reconheciam o erro mas que não se justificaria qualquer correcção.
6 – Responderiam 2 anos depois dizendo que iriam corrigir, mas tal nunca aconteceria.
...
124 - Responderiam 1 anos depois dizendo que iriam corrigir. Passados mais 2 anos corrigiriam, mas substituiriam o erro por outro erro.
...
348 – “... ainda o dia é uma criança ...“

As Farmácias e o PIBNo Causa Nossa:
De mal a pior
No Mitos Climáticos:
A Natureza, em particular o clima, não é sensível a debates burocráticos e políticos sobre a sua situação. Era bom que os dez mil viajantes tivessem tido a pretensão de começar a perceber a actual dinâmica real do tempo e o clima.
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“Uma proposta inteligente e chantagista do primeiro ministro que se bate em duas frentes: internamente, Tony Blair não pode dar de bandeja aquilo que Margaret Thatcher conquistou há 21 anos; a nível europeu, Tony Blair sabe melhor que ninguém que a ausência de um acordo abala o seu prestígio pessoal e diminui o poder de influência do Reino Unido.António Esteves Martins veste a roupa de El Kabong para castigar o Xerife de Nottingham, para defender o Robim dos Bosques.
Perante estas opções uma solução: retirar dinheiro aos mais pobres para fazer calar os ricos. Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, comparou Tony Blair ao Xerife de Nottingham recordando assim as peripécias de Robim dos Bosques.”
Descoberto esconderijo alegadamente da Al-Qaeda.
As autoridades francesas descobriram hoje um esconderijo de armas nos arredores de Paris, no quadro de uma investigação sobre assaltos e branqueamento de capitais destinados a financiar o terrorismo islâmico internacional.
As armas - cinco espingardas e revólveres - foram descobertas esta madrugada numa garagem da cidade de Clichy-sous-Bois, no âmbito da operação antiterrorista encetada segunda-feira e que conduziu à detenção de 27 indivíduos, entre os quais argelinos, tunisinos e franceses.
No esconderijo encontravam-se ainda um quilograma de TNT, 19 paus de dinamite e detonadores, apreendidos pelos investigadores da Direcção de Vigilância do Território (DST, contra-espionagem) e pelo Gabinete Central da Repressão do Banditismo (OCRB).
As autoridades recuperaram também uma farda completa de polícia e vários fatos negros utilizados pelas forças do corpo de intervenção.
Segundo o Ministro do Interior francês, Nicolas Sarkozy, alguns islâmicos detidos desde
segunda-feira têm «ligações indirectas com (Abu Mussab) Al-Zarqawi», o líder da
Al-Qaeda no Iraque.
O Ministro sublinhou que «a permeabilidade entre o terrorismo e o grande banditismo é profundamente evidente».
Mas os investigadores suspeitam igualmente de ligações entre este grupo (de Zarqawi) e o islamismo argelino.
Segundo as autoridades francesas, algumas detenções foram efectuadas «em países que têm a atenção dos serviços secretos ocidentais», nomeadamente no Afeganistão, no momento da ofensiva norte-americana lançada contra este país em 2001.
De acordo com uma fonte próxima da investigação, algumas das pessoas detidas «assumem o compromisso» islâmico e a «vontade de financiar a causa».
Entre os indivíduos que se encontram em prisão preventiva, alguns «já tinham aparecido em investigações anteriores por associação de malfeitores em relação com uma empresa terrorista». Outros são «delinquentes de direito comum», precisou a Direcção Geral da Polícia.


MentirasNo Desesperada Esperança:
George W. BushNo Causa Nossa:
Sobre Jerónimo
O beco sem saída judicial
Investigação reforça suspeitas de voos secretos
Uma investigação do Conselho da europa reforçou as suspeitas da existência de voos da CIA para transportar presumíveis terroristas que terão sido detidos e levados para outros países.
Segundo precisou Dick Martin, encarregue da investigação do Conselho da Europa sobre a detenção de presumíveis terroristas islamitas na Europa pela CIA, «processos judiciais em curso em alguns países parecem mostrar que pessoas foram presas e transportadas para outros países sem respeitar qualquer norma de assistência judicial».
Dick Martin adiantou que os elementos recolhidos até ao momento permitem «reforçar a credibilidade das alegações referente ao transporte e detenção temporária de pessoas, à margem de qualquer processo judicial».
«É inevitável constatar que as alegações nunca foram formalmente desmentidas pelos EUA», apontou Martin, acusando também a «ausência de informação e de explicações sobre este assunto» pela secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, na recente viagem que afectou à Europa.
Neste âmbito, o Conselho da Europa pede com insistência a todos os Governos dos Estados-membros para se «comprometerem plenamente na investigação da verdade sobre voos dos respectivos territórios por aviões que tenham nestes últimos anos transportado pessoas detidas e presos à margem de qualquer processo judicial».
Entretanto, os eurodeputados do Parlamento Europeu (PE) deverão chegar quarta-feira a acordo sobre a constituição de uma comissão temporária para esclarecer os alegados voos e prisões secretas da CIA em vários países da Europa, incluindo Portugal.
"Por favor, aguarde. Atenderemos a sua chamada tão breve quanto possível"Suponho que contém um substancial erro de português. Suponho que deveria dizer “brevemente” em vez de “breve”. Suponho que se lhe deve aplicar um advérbio de modo (brevemente) e não um adjectivo (breve). Ou não será assim?



... não houve reciclagem oportuna das nossas empresas.Quando uma empresa não se recicla, é suposto ir às urtigas. Em Portugal, demora muito tempo. A morte de uma empresa é um processo tão tortuoso que arrasta para o calvário todos o que a ela estiverem ligados. Se ela morresse mais facilmente, quem nela trabalhasse poderia fazer-se à vida ainda num estado psicológico aceitável e sem numa situação financeira não catastrófica. Por via da ‘morte lenta’ já só o faz em desespero de causa.
... em virtude dos baixos salários [na China] ...Quanto ao problema da China, Mário Soares compreende o problema mas foge-lhe. Que fazer? Impor taxas alfandegárias à entrada de produtos chineses para colmatar a concorrência desleal face à falta de garantias sociais chinesas? Não pode ser porque, por um lado, Mário Soares poderia ser acusado de pretender boicotar o desenvolvimento do terceiro mundo. Por outro, porque Mário Soares sabe que a China só importa tecnologia europeia caso a Europa lhes abra as alfândegas. Ontem, aliás, foi noticiada a compra, pela China, de 150 aviões Airbus. Essa tecnologia, sendo maioritariamente europeia, não é portuguesa.