
Via Mitos Climáticos.
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Comentários a "dados adquiridos" - Especialista em gambosinos. // "Short time gain long time pain!" - Edmund S. Phelps

"Muito difícil de manejar, é empregue em quantidades reduzidas em cigarros e técnicas de fotografia."Na Wikipedia, encontra-se esta outra:
"Polonium has been found in tobacco smoke from tobacco leaves grown with phosphate fertilizers."Ter-se há dado o caso de alguém ter confundido "é empregue" por "foi encontrado", e "fotografia" por "fosfato"?
Quanto aos culpados de uma das maiores calamidades do séc. XX, as autoridades comunistas não tinham dúvidas: “Não duvidamos que a saída de camponeses “à procura de pão” para as regiões centrais da Rússia, do Volga, para o distrito de Moscovo, para a Ucrânia Ocidental e a Bielorrússia... foi organizada pelos inimigos do Poder Soviético, pelos socialistas revolucionários e por agentes da Polónia com o objectivo de agitação contra os kolkhozes (unidades colectivas de produção) e contra o Poder Soviético em geral”. ..
Robert Bernard Altman (born February 20, 1925, died November 21, 2006[1]) was an American film director known for making films that are highly naturalistic, but with a stylized perspective. In 2006, the Academy of Motion Picture Arts and Sciences recognized his work with an Academy Honorary Award.
His films MASH and Nashville have been selected for preservation in the United States National Film Registry.
[Wikipedia].Tendo em conta o que sei até agora sobre a TLEBS é natural que registe com agrado o facto de algumas escolas terem encerrado graças à greve dos trabalhadores da função pública. Pior do que uma aula não dada é uma aula onde se ensine isto..
O secretário de estado, João Figueiredo, faz lembrar o ministro da informação iraquiano, Mohammed Saeed Al-Sahhaf. Os seus 11,7% de adesão à greve da função pública hoje (9.11.2006), por exemplo, na educação, querem dizer que a escola está aberta, apenas com um ou dois funcionários. Um deles na portaria. Os professores entram, estão nas escolas, não podem ir às salas de aula porque os pavilhões estão fechados. Ficam confinados à sala de professores e ao café em frente da escola. Os alunos não podem entrar no recinto escolar por falta de pessoal. Mas a escola funcionou e não houve greve! Pelo que se passou hoje, amanhã os alunos nem se preocuparão em levantar-se a horas. Não quer dizer que tomo como líquidos os 80% de adesão referidos pelos sindicatos. Mas...Por mais voltas que dê ao miolo, não consigo perceber o texto acima.
(Gabriel Mithá Ribeiro)


Sim, Range o Dente. Por baixo do chador, as mulheres vestem-se à ocidental, usam lingerie, etc, etc.
Mas cito exemplos que já deves conhecer: na Arábia Saudita, nas famílias mais ricas, há o hábito de afogar a jovem ou a mulher desonrada na piscina da família.
Na Palestina as jovens sofrem acidentes estranhos, que envolvem queimaduras fatais de 3º grau ou envenenamentos. Na Turquia rural, as jovens são fechadas num quarto durante dias a fio, com uma arma ou um copo com veneno - o suicídio não vai levantar suspeitas na polícia.E estas mulheres que vemos na foto e que vivem no Ocidente , protegidas pelas nossas leis, recusam-se a discutir ou a denunciar seja o que for…
Mas nós não nos calamos!
Chapéu tirado!


Um deputado inglês quis falar normalmente, cara a cara. Abriu mais uma polémica com os do costume.
Jack Straw foi ministro do Interior de Tony Blair e é deputado por Blackburn, uma cidade do noroeste de Inglaterra com quase um terço de população muçulmana. Straw, como é hábito nos deputados britânicos, recebe regularmente os seus eleitores numa espécie de consultório de cidadania. Ouve as queixas, dá sugestões.
Esta semana, ele escreveu um texto no jornal local ‘Lancashire Telegraph’ sobre uma das coisas que lhe sucedem no consultório. Tudo começou, conta ele, quando uma mulher muçulmana, acompanhada do marido, lhe disse: “Tenho muito prazer em falar consigo face a face.” A frase ficou a roer-lhe lá dentro por causa da carga irónica. A mulher usava o ‘nicab’, o mais rigoroso dos lenços islâmicos. Não só todo o corpo estava coberto, como os cabelos, o pescoço e a cara – com a excepção de um fio fino que deixava adivinhar os olhos –, tudo era pano. Um face a face demasiado relativo, pois.
Então, de cada vez que passou a receber outra mulher de ‘nicab’, Jack Straw armava-se de uma prudência e de uma ousadia. A prudência era pedir a uma colega do gabinete do seu partido para assistir à conversa. A ousadia era pedir à eleitora para tirar o muro, a fronteira, o lenço que estava entre eles, para poderem falar face a face. Mas nunca pedia sem antes sublinhar que se ela quisesse ficar com o lenço, assim seria.
Straw servia-se de uma imagem para justificar o seu pedido. Ele estava ali no seu gabinete, ela tinha ido ter com ele, para uma conversa pessoal, directa, frente-a-frente. Numa conversa não só as palavras dizem, mas a boca, o sorriso ou a angústia que marca a cara, os olhos que brilham ou não. Enfim, para falar só com palavras, tinha-se inventado o telefone. Para conversar, essa invenção era muito mais antiga, acontecera quando dois seres humanos confiaram um no outro. “Numa conversa pode ver-se o que outro quer dizer e não só ouvir o que diz”, palavras de Straw, no artigo do ‘Lancashire Telegraph’.
Desde há um ano, o deputado fez sempre esse pedido e de todas as vezes nenhuma muçulmana – nenhuma! – recusou. Por isso ele decidiu dar outro passo, o artigo no jornal. Uma opinião calma a pedir um debate sobre um assunto, o ‘nicab’, que Straw considera “uma declaração visível de separação e de diferença”. Não são os políticos para isso, para discutir com a intenção de resolver, os problemas públicos?
Pois saiu mais uma polémica para a mesa do canto onde estão os mesmos de sempre. Se ele não são os desenhos de Maomé é o discurso do Papa, agora é Jack Straw: “As mulheres têm o direito de usar o lenço e estas afirmações [de Straw] constituem um novo exemplo de insulto aos muçulmanos”, disse Reefat Bravu, do Conselho Britânico Muçulmano. Insulto? É estranho que esse insulto tenha sido tornado público pelo próprio ‘insultador’ e as ‘insultadas’ – no entanto, tão ciosas de mostrar os seus direitos – nunca tenham dito nada.
Isso não impediu que alguns colegas de partido de Jack Straw se tivessem distanciado da sua corajosa posição. Estes, politicamente correctos, são adeptos da delicadinha maneira de tratar os muçulmanos: ‘Não digam nada sobre o Islão! Eles zangam-se...’ Como se isso não fosse o maior do insultos.
Ferreira Fernandes, Jornalista
"uma certa falta de cultura" ....
Esta é que me mata.
Há cultura certa (a "nossa"?)? Ou uma determinada a que só iluminados (será de escrever eluminados?) têm acesso?
Cheira-me a ... esturro? Ou será apenas aroma a sangue azul?
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, aclarou o mistério sobre a presença de elementos das FARC, oganização comunista colombiana, na Festa do Avante:Troquemos por miúdos: o terrorismo dos amigos do PCP é bom, o dos outros é mau.
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, admitiu hoje a presença na edição deste ano da festa do Avante de membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), mas garantiu que "todas as entradas" no recinto "foram legais".
"Naturalmente convidámos o partido comunista colombiano e a revista ´Resistência´", afirmou o líder comunista, após uma visita a um lar para reformados em Alhandra, afirmando a solidariedade do PCP com o ideário aquele movimento.
Apesar dos métodos utilizados pelas FARC, "que o PCP não usaria", existe uma "grande solidariedade" com o movimento porque "a maior violação dos direitos humanos é impedir que um povo tenha direito à sua soberania, à sua liberdade" afirmou.
[...]
Para o secretário-geral do PCP, a "questão central" é que o PCP tem "uma concepção diferente de terrorismo" comparativamente à UE e Estados Unidos, criticando também o Governo a este respeito."
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"From today, I want to tell journalists that if in future they use wrong information from coalition forces or NATO we will target those journalists and media," Dadullah said. "We have the Islamic right to kill these journalists and media."A Reuters resolverá isso. Contratará "jornalistas" locais e estará o caso arrumado: teremos "informação" ... e as TVs encher-se-ão dela, para gáudio do PC, do Bloco de Esquerda e dos europeus em geral.



A guerra lançada por Israel contra o Hezbollah, bem como contra todos os libaneses não identificados ou que não obedeçam à mais pequena ordem do Tsahal ...No Líbano, como em qualquer outro local, é inimigo quem se afastar, minimamente das posições do Hezbollah. No Líbano, como noutro local qualquer, é inimigo a abater quem não estiver com o Hezbollah.
....saldou-se até ao momento por uma estrondosa derrota.Para o Hesbollad, quanto mais libaneses morrerem maior será aquilo que eles pensam ser a sua vitória. Não é assim para a generalidade do resto do mundo ocidental, cuja condição o Jumento diz defender, mas é assim para eles, e também para o Jumento. E quem, no terreno ousa dizer que não está com o Hezbollah?
Uma derrota porque acabou a imagem de invencibilidade do Tsahal, porque a Mossad revelou-se ineficaz, porque as forças armadas de Israel têm evidenciado um desrespeito pela condição humana que no Ocidente e desde a Guerra Mundial só tínhamos assistido na Bósnia e porque Israel conseguiu transformar aquilo a que chamava um movimento terrorista na resistência do Líbano e unir a maioria dos libaneses no apoio ao Hezbollah.
Defender que teve autorização internacional para a guerra, que por aquilo que temos visto significa autorização para matar, é puro cinismo ...Cinismo é pretender que a guerra não implique autorização para matar. Esse problema não se põe para o Jumento, em relação ao Hezbollah.
... como também o foi dizer que o posto de observação da ONU foi atingido por engano ao mesmo tempo que o governo israelita tudo faz para fazer de conta que a ONU não existe.A ONU, como vai na cabeça do Jumento, não existe, muito embora esteja a fazer um esforço tremendo para existir. Nos ataques de Israel cometem-se enganos, porque são a excepção. Nos ataques do Hezbollah não há engano: por um lado a ONU é uma ferramenta de guerra, por outro, a meta é matar, matar, matar. Quanto mais se matar mais virgens se alcançam.
E tudo serve na sua estratégia de terror, desde matar militares da ONU a destruir edifícios civis em série com o argumento da utilização por terroristas, o que nos levaria a concluir que o Hezbollah tem mais bases do que as formas armadas dos EUA.E os rockets surgem de onde? Onde há rocket há uma posição militar. Que queria o Jumento? Que os israelitas fizessem saltar, de para-quedas, uma assistentes sociais em cada posto de artilharia do Hezbollah, para convencer os “civis” que manuseiam cada lança-rocket a deslocarem-se para zonas não habitadas?
O que Israel pretendia era lançar uma guerra em grande escala no Médio Oriente agora que se sente fortalecido militarmente e que conta com o apoio incondicional com um governo americano que é do pior que este país poderia ter, ...O que irrita o Jumento é que Israel conta agora, também, com o apoio tácito da Comunidade Europeia, que já não consegue esconder que (finalmente) percebeu que a guerra do Hezbollah é uma guerra contra o modo de vida ocidental (que o jumento diz defender).
... muito embora agora quase deseje a vinda de uma força internacional para proteger uma fronteira que nunca o será enquanto Israel optar por resolver os problemas recorrendo à lei da bala.Essa é uma das grandes vitórias de Israel.
Sempre fui defensor da existência do estado de Israel, mas neste momento tenho que dizer que acima de um estado de Israel estão os meus valores civilizacionais, entre o estado de Israel e a defesa de valores como o do direito à vida não terei quaisquer dúvidas em optar.Já se esperava ao que conduziriam esses “valores” civilizacionais do Jumento: Israel não tem direito à vida.
É esta escolha que Israel me está obrigando a fazer, entre a barbárie como solução para serem alcançados os objectivos de um país e os valores dados como adquiridos no Ocidente. O facto de Israel ser vítima do terrorismo não significa que não o avaliemos segundo os mesmos padrões civilizacionais que nos levam a condenar o terrorismo.Este último parágrafo espelha perfeitamente todo o anterior aberrante e absurdo discurso do Jumento.
"Paradoxo da guerra: muitos árabes fugiram para abrigos de amigos judeus"Onde é que o jornalista vê o paradoxo? Estamos em Israel.
8. A RTP ficará detentora dos direitos das 10 canções finalistas.Não contentes por usurparem os direitos do trabalho intelectual que não lhes pertencem, ainda se acham com autoridade para alterarem as obras alheias.
9. A RTP fica com plenos poderes para fazer qualquer alteração que entender na letra ou na música relativamente às canções finalistas.



Se os árabes (muçulmanos) depusessem hoje as armas, não haveria mais violência. Se os israelitas depusessem hoje as armas, não haveria mais Israel..


"Bem-vindos à nova desordem multipolar mundial", escrevia Timothy Garton Ash nas páginas do Guardian, exprimindo da forma mais concisa e mais precisa aquilo que começa hoje a ser visto como a mais séria ameaça à estabilidade e à segurança mundiais: a fraqueza dos Estados Unidos da América e a sua crescente incapacidade para liderar o mundo.Não se percebe o que se considera como “fraqueza”. Os Estados Unidos são, de longe, a maior potência militar mundial. São a maior potência e vão sendo cada vez mais poderosos, enquanto os “concorrentes” tentam esconder a incapacidade atirando desdenhosos insultos aos Estados Unidos.
Hoje, conhecemos o princípio desta história - a decisão unilateral de mudar pela força o regime de Saddam Hussein e de, por essa via, redesenhar o mapa do Médio Oriente. E já conhecemos também alguns dos últimos capítulos. O Iraque, que afinal não era a Alemanha pós-nazi, está hoje mergulhado no caos, muito longe da democracia e muito perto da guerra civil.Não se percebe, que quanto mais tarde pior?
A ameaça do poderio militar americano não levou à transformação democrática do Grande Médio Oriente, pelo contrário, alimentou o fundamentalismo islâmico e a sua arma do terror.A velha história do tudo ou nada. Não levou à transformação democrática do Médio Oriente, mas levou a uma aproximação do Iraque à democracia. É um caminho penoso. Pois é. E não tem sido penoso o mesmo caminho em África? E ninguém advoga o retorno do colonialismo. E, no Iraque, tem sido penoso porquê? Porque as tropas dos Estados Unidos andam a fazer rebentar autocarros cheios de explosivos em mercados populares? Nada se deveria ter feito, porque já se viu que foi pior ... e dá-se, implicitamente apoio aos que atafulham autocarros com explosivos sem se sentir sangue nas mãos.
O Hamas venceu as eleições na Palestina. O Hezbollah, apesar das transformações democráticas do Líbano graças ao empenho concertado de Paris e Washington, ameaça abertamente Israel. O próprio Líbano está à beira do colapso. E o Irão vai alimentando as chamas que ameaçam incendiar toda a região, enquanto prossegue desafiadoramente a sua política nuclear e apela a que Israel seja pura e simplesmente varrido do mapa. Ainda ontem voltou a fazê-lo. No Afeganistão, as tropas da NATO enfrentam cada vez maiores dificuldades para estabilizar o país. A Coreia do Norte desafia abertamente os Estados Unidos.E estão? Nada se deve fazer porque será pior? Ainda não se percebeu que a expansão do terror tem uma dinâmica própria? Não se percebeu ainda que a expansão do terror só não chegou ainda às nossas casas porque ainda há quem se lhe oponha?

"No conflito palestiniano, os pós-soviéticos não se impressionam com a perda de vidas civis causada pelo terrorismo em Israel (e ainda menos com os sucessivos genocídios que têm vitimado milhões de seres humanos em África)."

Ele ia gamar uma carteira e, logo por azar, a um polícia.Qualquer pessoa honesta diria que houve sorte quando o carteirista tentou roubar um polícia. Houve sorte porque foi detectado e foi dentro. Houve sorte porque não houve vítimas. Houve sorte porque ninguém saiu prejudicado.
Ora, não é possível instruir sem previamente educar e não é possível educar sem o criterioso recurso a mecanismos de punição/recompensa que pressupõem a autoridade para os aplicar. E foi essa autoridade que os professores foram paulatinamente perdendo: de cedência em cedência, a escola foi-se transformando num mero local anárquico, violento, onde, sem custos, os progenitores depositam os rebentos enquanto fazem pela vida esperando que, sem sobressaltos nem canseiras, atinjam a idade em que não são obrigados a frequentá-la e, nalguns casos, transitem para a universidade..


“Surpreende-me que um grupo de pessoas se reúnam na nossa ausência para tomar decisões por nós. Esses senhores ainda pensam que vivem na época do colonialismo, mas as suas decisões não têm nenhum valor para nós” ...Depois de ter arrastado o Irão para a classificação de estado-pária, Ahmadinejad ainda não percebeu que, consequentemente, ele e o seu país serão tratados, cada vez mais, como uma infecção.




